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Biblio Tubers

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Mitos sobre o impacto dos Media nos jovens

New findings suggest angst over the technology is misplaced, in Scientific American

Outubro 27, 2019

 

 

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Clique na imagem para a ver maior

 O artigo da revista Scientific American, que aqui se apresenta, acaba com alguns dos mitos que se criaram, em torno da utilização dos media, pelos jovens.

Este artigo intitulado "Os Media não destruiram a geração" está organizado em 4 partes:

- O medo da tecnologia;

- Uma estrada de dois sentidos;

- A geração Z, e

- Media 2.0.

O artigo mostra que os receios que se criaram em torno da utlização dos Media é quase sempre infundado.

 

Oiça o comentário do Biblio Tubers sobre este artigo:

 

Leia o artigo na íntegra, abaixo.

Social Media Has Not Destroyed A Generation  

New findings suggest angst over the technology is misplaced

AUTHOR

Lydia Denworth

IN BRIEF

  • Anxiety about the effects of social media on young people has risen to such an extreme that giving children smartphones is sometimes equated to handing them a gram of cocaine. The reality is much less alarming.
  • A close look at social media use shows that most young texters and Instagrammers are fine. Heavy use can lead to problems, but many early studies and news headlines have overstated dangers and omitted context.
  • Researchers are now examining these diverging viewpoints, looking for nuance and developing better methods for measuring whether social media and related technologies have any meaningful impact on mental health.

It was the headlines that most upset Amy Orben. In 2017, when she was a graduate student in experimental psychology at the University of Oxford researching how social media influences communication, alarming articles began to appear. Giving a child a smartphone was like giving a kid cocaine, claimed one. Smartphones might have destroyed a generation, said another. Orben didn’t think such extreme statements were warranted. At one point, she stayed up all night reanalyzing data from a paper linking increases in depression and suicide to screen time. “I figured out that tweaks to the data analysis caused major changes to the study results,” Orben says. “The effects were actually tiny.”

She published several blog posts, some with her Oxford colleague Andrew K. Przybylski, saying so. “Great claims require great evidence,” she wrote in one. “Yet this kind of evidence does not exist.” Then Orben decided to make her point scientifically and changed the focus of her work. With Przybylski, she set out to rigorously analyze the large-scale data sets that are widely used in studies of social media.

The two researchers were not the only ones who were concerned. A few years ago Jeff Hancock, a psychologist who runs the Social Media Lab at Stanford University, set an alert to let him know when his research was cited by other scientists in their papers. As the notifications piled up in his in-box, he was perplexed. A report on the ways that Facebook made people more anxious would be followed by one about how social media enhances social capital. “What is going on with all these conflicting ideas?” Hancock wondered. How could they all be citing his work? He decided to seek clarity and embarked on the largest meta-analysis to date of the effects of social media on psychological well-being. Ultimately he included 226 papers and data on more than 275,000 people.

 

Aprendizagens informais em ambiente digital

Entrevista a Daniel Cassany: El aprendizaje informal en línea tiene un gran potencial

Outubro 26, 2019

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Sabemos que a aprendizagem informal tem elevado potencial no desenvolvimento do capital humano, pois grande parte do que aprendemos fazemo-lo em contexto informal.

São inúmeros os estudos que suportam esta evidência, pelo que a escola não deve ignorar o poder da Rede, tal como nos diz Daniel Cassany na entrevista "A aprendizagem informal em linha tem um grande potencial".

Oiça o comentário do Biblio Tubers sobre esta entrevista:

 

Leia a entrevista na íntegra, abaixo.

Entrevista a Daniel Cassany: El aprendizaje informal en línea tiene un gran potencial

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¿Sabías que multitud de jóvenes chinas son fans de la serie española ‘El Ministerio del Tiempo’ gracias a los géneros multimodales? Estos nuevos modos de aprendizaje en línea (a través de la creación de subtítulos o de la superposición de chats a tiempo real en distintos vídeos), están consiguiendo que los estudiantes pueden aprender idiomas o conocimientos culturales de manera autodidacta.

Pregunta: ¿De qué tratará su charla en SIMO EDUCACIÓN 2019?

Respuesta: Los jóvenes aprenden mientras se divierten jugando a su videojuego preferido, viendo su serie favorita y conversando con otros fans, siguiendo en Twitter a su banda de K-Pop y tratando de entender los tuits de todos sus miembros… Aprenden lo que les interesa, aunque no esté en el currículum escolar, en los catálogos de libros de lectura juvenil o en el canon literario, cinematográfico o musical de una comunidad. 

De este modo, resumiré de modo divulgativo y asequible varias investigaciones de etnografía virtual que hemos realizado en los últimos años en mi universidad, con fondos públicos de concursos de investigación competitiva, sobre las formas de aprender idiomas, tecnología y cultura que emplean los jóvenes hoy en día en la Red. También intentaré explicar qué hacen hoy los estudiantes en la Red para divertirse y qué aprenden al hacerlo. 

Un texto reciente que resume varios trabajos es el informe: ‘El fandom en la juventud española’, de una investigación apoyada por el Centro Reina Sofía sobre adolescencia y juventud. También se puede ver la web divulgativa Defandom o el site del proyecto ‘Identidades y culturas digitales en la educación lingüística’.

 

 

 

Referência: Daniel Cassany: “El aprendizaje informal en línea tiene un gran potencial”. (2019). EDUCACIÓN 3.0. Retrieved 26 October 2019, from https://www.educaciontrespuntocero.com/simo-educacion/daniel-cassany-aprendizaje-informal-linea-tiene-gran-potencial/114743.html

 

Reconfigurar a biblioteca escolar

Novas formas de estar e fazer (n)as bibliotecas

Outubro 13, 2019

O Biblio Tubers apresenta a crónica "Queridos, mudei a biblioteca!", do Fónix Lab, pois apresenta pistas muito interessantes para mudar o paradigma das bibliotecas e, desta forma, povoar a escola com aquilo a que chamam de bibliotecas móveis.

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Oiça o podcast e leia a crónica na íntegra. O Biblio Tubers disponibiliza, ainda, um pequeno cartaz e um exemplo de formulário, que poderá usar na sua biblioteca.

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As imagens reproduzidas são do livro A Menina dos Livros de Sam Winston e Oliver Jeffers 

Pode aceder ao formulário através do QR Code na imagem, ou aqui.

Podcast:

 

Leia a crónica na íntegra:

Queridos, mudei a biblioteca!

Invariavelmente, os jantares de fim de semana com amigos, muitos deles professores, levam-nos a conversar sobre a escola. Desta vez, fruto de um encontro internacional que está a decorrer no nosso país, o tema foi a leitura e a discussão acabou por centrar-se nas bibliotecas.

Se não vejamos:

1º As bibliotecas públicas estão vazias.

2.º As bibliotecas escolares padecem do mal do século: apesar dos recursos que disponibilizam, a sua utilização e correspondente impacto nas aprendizagens fica muito aquém daquilo que seria expectável.

3º Os alunos só vão à biblioteca quando participam em atividades que aí decorrem.

4º Os professores fogem da biblioteca e do professor bibliotecário porque pensam que vão ter mais trabalho e, sobretudo, porque não existe uma cultura de biblioteca.

5º As boas práticas, em que os alunos têm autonomia para "estar e fazer a biblioteca", mostram um aumento significativo do número de utilizadores e um impacto positivo nos hábitos de leitura.

6º As bibliotecas, um pouco por todo o mundo, estão a (re)configurar-se e (re)adaptar-se a este novo mundo.

Perante estes seis factos, concretos e tão evidentes, valerá a pena continuar a insitir?Já Einstein dizia: "Insanidade é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes".

Sabemos que as bibliotecas não têm dinheiro, têm poucos recursos humanos, mas tal como na nossa casa, quando uma coisa não está bem, mudamo-la de lugar... e porque não aplicar o conceito "Querido, mudei a casa..." às bibliotecas?

E como sabemos que os nossos irreverentes leitores gostam de pistas... aqui ficam sete:

1º Selecione livros que tenha repetidos, revistas, álbuns de banda desenhada, por exemplo, e coloque-os em "recipientes" o mais bizarros possível (caixotes de madeira, cadeiras, caixas de sapatos, paletes, caixas de cartão, pode ir mais longe e pedir num supermercado um carrinho de compras, ...).

2º Selecione um ou vários lugares estratégicos na sua escola, por onde passem muitos alunos e professores e instale aí a sua biblioteca móvel. Junte-lhe umas almofadas velhas, uns sofás, ou cadeiras e acrescente informação visual sugestiva. 

3º Não se aflija com a necessidade de registar empréstimos. Para ir habituando e, assim, educando os leitores, deixe um código QR para um formulário de empréstimo muito simples (nome do leitor, do autor e do livro... nada de cotas, caro leitor!) ou um pequeno dossier, com este registo em formato papel, onde o leitor poderá registar o livro que levou.

4º Se vir que os leitores não "povoam" o espaço, arranje voluntários a horas estratégicas para que se torne hábito ver ali pessoas a ler ou a conversar, em torno da leitura.

5º Não seja formal no prazo de entrega do livro, nem na forma como esta será feita. Permita que o leitor deixe o livro na biblioteca sem qualquer formalidade.

6º À medida que o projeto for evoluindo, crie momentos de verdadeira partilha de leituras: sugestões de livros, registos de leituras favoritas, criação de pequenos podcasts, ou comentários escritos...

Peça, por exemplo, à direção da sua escola, um quadro, ou até um espaço em vidro ou em acrílico, onde os leitores, de forma livre e autónoma, possam fazer registos espontâneos sobre a leitura.

7º Crie pequenos concursos: o leitor mais assíduo na biblioteca móvel; o leitor mais criativo nos registos escritos; o leitor mais opinativo (aquele que dá mais sugestões de livros, de locais para ampliar a biblioteca)...

São sete pistas de mudança que poderão catapultar a biblioteca para a escola, na verdadeira aceção da palavra. E com este "Queridos, mudei a biblioteca!" estaremos a caminhar para mudanças verdadeiramente significativas, na forma de ver, de aceder e de construir conhecimento. E, desta forma, daremos corpo àquela que é a missão da escola.

PS. Se o Velho do Restelo da sua escola vos assustar com possíveis desaparecimentos e / ou danificação de livros, ou ainda com o excesso de autonomia / liberdade dada aos alunos para se expressarem livremente nos locais das bibliotecas móveis, lembrem-Lhe que a missão da escola é formar os alunos. Esta autonomia é um ato de cidadania e uma oportunidade para os alunos se assumirem enquanto cidadãos.

 

ReferênciaQueridos, mudei a biblioteca!. (2019). Fonixlab.com. Retrieved 13 October 2019, from https://fonixlab.com/queridos-mudei-a-biblioteca-9018

 

 

Cinco motivos pelos quais é fundamental incluir a leitura acessível nas nossas bibliotecas

Inclusão

Outubro 09, 2019

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Oiça uma breve resenha do artigo de Julián Marquina:

Também pode ler o artigo na íntegra:

5 motivos por los cuales es necesario incluir la Lectura fácil en todas nuestras bibliotecas

La Lectura fácil es un método de redacción de textos y contenidos adaptados a las necesidades de todas las personas, en especial a las que tienen dificultades de comprensión lectora». Esta acertada y directa definición de Lectura fácil, ofrecida por el Instituto Lectura Fácil, nos guía hacia un secreto a voces que muchas veces no escuchamos o no nos paramos a pensar en él, y es que no todas las personas tienen la misma capacidad para leer y comprender textos.

De hecho, y según la UNESCO, 3 de cada 10 personas tiene dificultades para comprender lo que leen. Entre ellas se encuentran personas con discapacidad intelectual o personas mayores, e incluso jóvenes estudiantes o inmigrantes, entre otros grupos. Ahora bien, y teniendo toda esta información en nuestro poder, si las bibliotecas quieren llegar a toda la población, está claro que no se pueden olvidar de estas personas con dificultades de comprensión lectora.

 

 

 

La Lectura fácil elimina las barreras favoreciendo la comprensión, el aprendizaje y la participación, adaptando y haciendo accesibles textos e ilustraciones para que estos lleguen a todas las personas por igual. Con ella se busca favorecer el acceso igualitario a la información, lo cual es un derecho y una necesidad de las personas. En definitiva, la Lectura fácil puede abrir (y abre) aún más las puertas de las bibliotecas para acercarse y llegar a TODAS las personas.

El objetivo de las publicaciones de lectura fácil es presentar textos claros y fáciles de comprender apropiados para diferentes grupos de edad. Para alcanzar tales productos, el escritor/editor debe tener en cuenta el contenido, el lenguaje, las ilustraciones y la maquetación. [IFLA. Directrices para materiales de Lectura fácil]

Entiendo que no es una tarea fácil la adaptación de todos los libros, documentos, informes, etc. habidos y por haber, pero sí comprendo que debemos comprometernos desde las bibliotecas y administraciones públicas a hacer todo lo posible para que una misma información o contenido llegue sin problema a todas las personas, independientemente de su condición. Hay que tratar de no poner más barreras, y facilitar, acompañar y comprender que la accesibilidad informativa es un derecho. Por cierto, no estaría de más tener en cuenta la «Norma UNE 153101:2018 EX Lectura Fácil. Pautas y recomendaciones para la elaboración de documentos» creada por la Asociación Española de Normalización:

Con la elaboración de la Norma UNE 153101 EX se pretende que los documentos que se elaboren siguiendo estas pautas y recomendaciones tengan la mayor calidad posible, permitiendo que las personas con dificultades de comprensión lectora se conviertan en participantes activos de una sociedad más inclusiva e integradora.

Ahora bien, y una vez hecho este breve alegato a favor de la necesidad de la Lectura fácil, ¿por qué es necesario incluirla en todas nuestras bibliotecas?

1. Es un deber de la biblioteca para favorecer la inclusión sin distinción a todas las personas por igual.

La Lectura fácil no excluye a nadie, sino que incluye a personas que hasta su llegada tenían dificultades o no entendían la información que se les brindaba. Debemos tener claro que todos podemos entender un texto escrito en Lectura fácil.

Las bibliotecas deben favorecer la inclusión a través de materiales de Lectura fácil entre sus colecciones y, por supuesto, a través de la realización de actividades orientadas a estos colectivos. Además, deben implementar la Lectura fácil en la información que ofrecen sobre sus servicios y actividades a través de la adaptación de textos. Y no habría que olvidar tampoco la integración o adaptación de la señalética de la biblioteca para lograr que sea accesible y comprensible.

2. La Lectura fácil garantiza y facilita el acceso a la información a personas con dificultades lectoras o de comprensión.

El derecho de acceso a la información es un derecho fundamental de las personas. Todas las personas lo tienen, pero no todas lo tienen igual de fácil para entender lo que leen y comprender la información que les llega.

Las bibliotecas deben garantizar que todas las personas entienden y comprenden la información que se les brinda. Es por ello por lo que se deben crear, ofrecer y facilitar recursos, servicios y actividades adaptados para que la información sea legible, entendible y comprensible.

 
 
Referência: 5 motivos por los cuales es necesario incluir la Lectura fácil en todas nuestras bibliotecas. (2019). JuliánMarquina.... Retrieved 9 October 2019, from https://www.julianmarquina.es/5-motivos-por-los-cuales-es-necesario-incluir-la-lectura-facil-en-todas-nuestras-bibliotecas/
 
 

5 Dicas para escolher o melhor formato no âmbito da leitura digital

Setembro 29, 2019

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Neste artigo são apresentadas 5 pistas que nos ajudam a escolher o melhor formato de leitura digital, com base em recomendações e boas práticas.

5 tips que te ayudarán a elegir el mejor formato de lectura digital

Si te has preguntado cómo elegir el mejor formato de lectura digital que se adapte no solo a todas las necesidades de inclusión sino también a todos los gustos,,, estos 5 tips son para tí:

TIP 1: Para todo el público lector

Se recomienda que el material a leer esté elaborado según las buenas prácticas de:

  • Lectura Fácil, con excepción de los textos literarios (comprensibles por todas las personas)
  • Accesibilidad digital (disponibles para todas las personas más allá de sus características y contextos)
  • Experiencia de Usuario (además de accesibles, que se correspondan con los propósitos, gustos y hábitos del público lector)

TIP 2: Para todo el público lector

  • Se aconseja brindar el material en un formato líquido, como el ePUB, para que pueda ser leído en todo tamaño de pantallas y dispositivos

TIP 3: Para aquellas personas que aman el formato impreso

  • Obviamente, lo mejor es ofrecer el material impreso o en su defecto, en formato PDF para que lo puedan imprimir fácilmente

TIP 4: Para aquellas personas que presentan disminución visual permanente o transitoria

  • Brindar la lectura en formato ePUB (les permitirá aumentar el tamaño de la letra, modificar el espaciado, cambiar el contraste texto-fondo). También, si poseen la app apropiada, podrán convertir el texto sin dificultad al formato de audiotexto.

TIP 5: Para las personas que personas que presentan ceguera

Aquí hay dos opciones posibles de formato:

  • Formato ePUB (por medio de la app adecuada, podrán convertir el texto sin dificultad al formato de audiotexto)
  • Formato PDF accesible (les permitirá una conversión texto a voz eficiente y amigable)

 

Article title:5 tips que te ayudarán a elegir el mejor formato de lectura digital
Website title:Información y Tecnologías
URL:https://informacionytic.com/2019/09/27/5-tips-que-te-ayudaran-a-elegir-el-mejor-formato-de-lectura-digital/

 

 

 

Redesenhar a biblioteca escolar

Bibliotecas: comunidades de recursos para colaborar, criar e fazer.

Setembro 28, 2019

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Neste artigo do Centro de Arquitetura de Chicago, são apresentadas algumas pistas para redesenhar a biblioteca que deve estar vocacionada para as pessoas e não para os livros. 

Oiça o podcast e consulte o artigo na íntegra. No fim deste artigo pode ver um comentário ilustrado sobre algumas das mais impressionantes bibliotecas, de 2019, nos Estados Unidos.

Redesign your school library

The challenge is to redesign your high school library and re-think how your school’s library should, or could, function as technology advances and our notion of study and working changes accordingly. 

Define

Background

Libraries are no longer being used as places to store and distribute books, nor do they serve as place for only studying. With changes in technology libraries have been forced to change their ways of operating and instead of closing their doors they are adapting by becoming People-Centric instead of being Book-Centric. They become community resources for collaborating, creating, and making.

Design Brief

The challenge is to redesign your high school library and re-think how your school’s library should, or could, function as technology advances and our notion of study and working changes accordingly. What does a library look like that is designed around a person’s knowledge needs instead of only storing and cataloging books?

You may redesign the interior of the existing library space, expand on the existing space, or design a completely new addition on to your school building. Your design should contain all the spaces and functions required for a typical school library – a variety of seating options for students (inside and out!), as well as book and media storage, space for the librarian, computer areas, audio/visual labs, and meeting spaces. You may also want to include a cafe, information kiosk, or a workshop area. The redesigned library should include ideas for both old and new ideas for a library. You should also consider sustainability issues and the environmental impact of your design.

Collect Info

In the Collect Info step of the design process, you try to gather as much information as possible about your existing school library, along with the students and staff who will use it.  You can't propose new solutions until you figure out and document what the existing problems are.

Try This

Walk around the interior of your school building and take photos or a short video of the existing library. You can upload those photos or short videos here. Be sure to write a detailed description for every image. (If your school grants access to YouTube, check out this short video that some students in Chicago made about the design of their school building.)

  • Interview students, librarians, and other staff about what they think of the existing library.  What changes would they make to spaces if they had a choice?
  • Make a list of those features that you really like about how your library looks and functions.
  • Make separate list of all the ways that your current library is not so well designed (chairs may be uncomfortable or the light is poor, or there are really great outdoor reading areas).
  • Take measurements of the overall dimensions of your existing library.
  • Take interior photos of the hallways and entrances that lead into your existing library.
  • Visit Flickr or another photo sharing site and search for other types of libraries to determine good and bad examples of how libraries accommodate user’s needs, especially teens. 
  • Post images of buildings, colors, designs, textures, or other things that inspire you in this step. Make sure you give credit to your source!

Think About

  • How many students need to be seated in the library during one period?
  • What types of furniture is used in the existing library? Does it need to be movable? Why or why not?
  • What are the different pathways that students use to get into the library now?
  • What types of media are available in your library? How are they stored? Are books an important part of your library?
  • Does your new school library need to look like the same typical library with long stack of books?  What other study spaces around the world are inspiring and interesting?

Brainstorm Ideas

In the Brainstorm Ideas step of the design process, you put some early ideas down on paper that show what you've found in the Collect Info step.  You also might take more photos to show specific new ideas you have. 

 

 

Article title: Redesign your school library

Website title: DiscoverDesign

URL: https://discoverdesign.org/challenges/redesign-your-school-library

***

Neste artigo de Julian Marquina são apresentadas as novas bibliotecas americanas, cuja evolução, no design e na adaptação dos serviços a uma nova comunidade de utilizadores, é cada vez mais uma realidade:

Duas razões para conhecer o professor bibliotecário da escola do seu filho

Setembro 22, 2019

Neste artigo, "Two very big reasons you should get to know your child's school librarian" A.L. Tait aponta duas razões para que todos os pais conheçam o professor bibliotecário da escola dos seus filhos.  A importância desta figura, na comunidade escolar, é apresentada aqui de forma bastante simples e de acordo com a realidade atual. O professor bibliotecário é um "secret agent" que está ao serviço de todos os pais, na escola.

Oiça o comentário do Biblio Tubers sobre este artigo.

Leia o artigo na íntegra, abaixo.

Do you have a kid who ploughs through books at an alarming rate? You might think it's because the reading list for their age group is too easy - but moving them up an age bracket can cause more harm than good. 

AuthorA.L. Tait
Article title:Two very big reasons you should get to know your child's school librarian
Website title:Kidspot.com.au
URL:https://www.kidspot.com.au/school/primary/learning-and-behaviour/two-very-big-reasons-you-should-get-to-know-your-childs-school-librarian/news-story/0a06052506ed7d3a52430ca11f024b63

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