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Biblio Tubers

Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes. Defendemos os recursos abertos e a biblioteca como centro de saber na escola.

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Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes. Defendemos os recursos abertos e a biblioteca como centro de saber na escola.

O papel dos atores educativos na criação de REA

Caixa de ferramentas para curadoria e criação de recursos educativos abertos | AASL

Agosto 10, 2020

Esta caixa de ferramentas (toolkit) sobre recursos educativos abertos (REA), criada pela Associação Americana de Bibliotecários Escolares (AASL), está organizada em cinco cenários, que são apresentados a partir de personagens tipo, seguindo-se algumas questões de reflexão que permitem consolidar a informação veiculada no cenário.

O objetivo principal deste documento é ajudar os atores educativos a compreenderem o processo de curadoria e de criação de REA para as suas escolas.

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Apresentam-se, de seguida, os cenários organizados em torno de quatro personagens, que assumem os papéis que se apresentam abaixo.

Para aprofundar, consulte o documento original.

1. Diretores/ Administradores

O diretor aposta na disseminação de recursos educativos, consciente da importância dos REA para a sua comunidade educativa, não só pela redução de custos mas também pela excelente oportunidade de inovação que provocarão junto dos docentes.

A sua ação passa pela pesquisa de casos de sucesso e a sua apresentação aos docentes, pais e encarregados de educação, devendo envolver as chefias intermédias neste processo.

 

2. Coordenadores de bibliotecas

Para além da redução de custos e facilidade de atualização, o coordenador percebe também que os REA contribuem para o sucesso académico dos alunos e que se adequam cenários de ensino híbrido.

Contribui, ainda, para o desenvolvimento profissional dos professores bibliotecários, podendo ser utilizados inúmeros meios de disseminação. 

Este trabalho deverá ser antecedido de um período de diagnose (através da aplicação de questionários) para avaliar o grau de conhecimento dos professores bibliotecários, organizando-os em três categorias: iniciante, intermédio e avançado.

 

3. Professores bibliotecários

Dada a sua formação de base, o professor bibliotecário terá já alguns conhecimentos de REA e pode, por isso, liderar este movimento na sua escola. Nesse sentido, poderá ajudar os professores a avaliar recursos educativos, assegurando a sua efetiva utilização em contexto de sala de aula.

Pode servir de exemplo, disponibilizando materiais criados por si e divulgando-os junto dos professores, para que estes façam o mesmo. Isto é, ajuda os professores a fazerem a curadoria dos seus próprios recursos e a partilha local e global.

 

4. Professores/Educadores

O professor deve colaborar com o professor bibliotecário e, caso necessário, poderá fazer alguma formação sobre REA, por exemplo ao nível de departamento curricular.

Desta forma, o professor aperceber-se-á das potencialidades da tecnologia na criação e disseminação dos REA, tomando conhecimento de outros recursos educativos de qualidade que poderá utilizar nas suas aulas. 

 

Esta caixa de ferramentas disponibiliza ainda recursos muito interessantes, para cada um dos cenários, que ajudarão as escolas a implementar novas práticas pedagógicas assentes em REA.

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O Biblio Tubers na Rede

Somos e crescemos em Rede

Agosto 06, 2020

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Photo by Riccardo Annandale on Unsplash

 

Sítios na web que citam/ partilham o Biblio Tubers. Gradualmente irão ser incluidos mais. Poderá colaborar connosco deixando outros links nos comentários a este post.

 

Instituições

 

Agrupamentos de Escolas e outros

 

Blogs pessoais



Centros de formação / Formação

 

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A metodologia de trabalho de projeto em ação

O papel do professor, enquanto agente de mudança

Julho 29, 2020

A escola portuguesa vive, atualmente, um período de profundas transformações que visam, prioritariamente, promover o sucesso dos alunos numa dimensão humanizada.

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Photo by Jeff Sheldon on Unsplash

 

O Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, por exemplo, associados a uma época de pandemia, exigem novas práticas e metodologias.

A metodologia do trabalho de projeto está contemplada neste documentos orientadores, pelo que se torna fundamental dotar os docentes de competências que lhes permitam colocar os alunos num papel central, proporcionando-lhes situações de aprendizagens significativas. Para além disso, promove:

  • A inovação nas práticas de gestão curricular;
  • O papel do professor, enquanto agente de mudança;
  • A reflexão sobre o trabalho de projeto na consecução dos objetivos definidos nos projetos de autonomia e flexibilidade curricular dos agrupamentos.

Esta metodologia favorece:

  • O desenvolvimento de competências consignadas no Perfil do Alunos: comunicar, trabalhar em equipa, decidir, avaliar;
  • O envolvimento do aluno na conceção, realização e avaliação de projetos, que articulam saberes de diversas áreas disciplinares e que promovem a transferibilidade das aprendizagens.

A apresentação que se disponibiliza mostra um exemplo de um dispositivo de intervenção, criado por um grupo de professores (João Magusto, João Vitor, Paula Ribeiro, Teresa Taborda e Sandra Santos), na oficina de formação "Gerir projetos no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular:  a metodologia do trabalho de  projeto", que decorreu no CFAE A23, em Torres Novas.

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Serviço de Referência na Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Sardoal

Acolher, informar, formar e orientar

Julho 23, 2020

Numa escola, ter acesso à informação é essencial tanto para o processo de ensino como para o de aprendizagem. É nesse apoio que o papel da biblioteca escolar se define cada vez mais: apoio a docentes,  a alunos, a encarregados de educação e a todos os elementos da comunidade educativa, quer presencialmente, quer a distância.

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Photo by Priscilla Du Preez on Unsplash

O mundo global que caracteriza a nossa sociedade exige o acesso rápido a qualquer sítio web, ideia ou opinião. Mas, para isso, temos de saber o que procurar, como e onde...

E é aqui que a biblioteca escolar assume uma presença fundamental de curadoria, orientação formação e divulgação de recursos.

Para tal, a biblioteca escolar tem de definir o seu serviço de referência, isto é "o apoio prestado ao utilizador na seleção e avaliação dos recursos informativos e na forma de lhes aceder. Este apoio ― que compreende o aconselhamento pessoal, a disponibilização de informação e a orientação no acesso aos recursos físicos e digitais ― assume tal relevância que, no presente, é ele que caracteriza a qualidade das bibliotecas, tanto ou mais do que as coleções que as compõem." (in: PORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Serviço de referência nas bibliotecas escolares: orientações [Em linha]. Lisboa: RBE, atual. 03-06-2020. [Consult. 23-07-2020] Disponível em WWW: <URL: http://www.rbe.mec.pt/np4/2572.html>)

Como tal, a Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Sardoal, que tem vindo a desenvolver nestes últimos anos um trabalho nesta área, decidiu publicar o documento Serviço de Referência na Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Sardoal (clique no link para aceder ao documento).

 

Oiça aqui a apresentação deste serviço, feita pelo professora bibliotecária, Jacqueline Almeida.

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Aprender a Ser, a Ler!

A biblioteca no E@D do AE de Nisa

Julho 16, 2020

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Photo by Senjuti Kundu on Unsplash

 

O Projeto "Ser a Ler", implementado pelo segundo ano consecutivo no 1º ciclo do ensino básico do AE de Nisa, tem por objetivo formar leitores competentes, ajudando cada criança a compreender as palavras, o seu contexto, a ler textos,  a dar-lhe sentido mas também a partilhar as leituras com os seus pares com recurso a atividades de pesquisa, escrita lúdica, expressão plástica, dramática, musical...

Desenvolvido pela Biblioteca Escolar, o Projeto “Ser a Ler” resulta de um trabalho de articulação com as professoras titulares, respondendo à necessidade de dinamizar a leitura como medida de promoção da melhoria do sucesso escolar. Os alunos dos diferentes anos de escolaridade ampliam os seus interesses, partilham obras muito diferentes entre si – géneros, temas, autores, ilustradores, em sintonia com os objetivos definidos nas Metas Curriculares para o 1º ciclo do ensino básico.

O Projeto “Ser a Ler” valoriza o hábito da leitura como condição de Cidadania, de encontro consigo mesmo e com os outros, lendo em conjunto, refletindo sobre comportamentos e valores, indo ao encontro dos objetivos da componente de Cidadania e Desenvolvimento, respeitando a sua transversalidade.

***

Com a imperiosa necessidade de implementação do Ensino a Distância o “Ser a Ler” lançou desafios de que resultaram imagens memoráveis!

“Formiguinha descalça”, de Matilde Rosa Araújo:

Os alunos do 4º ano, das turmas A e B, declamaram os versos deste poema. Em pijama, na sala, no jardim, em pleno campo… Simularam leituras ensonadas…  alegres… enfadadas…  enfim!... veja o resultado abaixo:

4º A:

4º B:

Pela equipa da biblioteca escolar: Fátima Dias e Maria João Biscaia

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Cenários de aprendizagem inovadores | Mudar práticas

Os Dispositivos Móveis na Promoção do Sucesso Escolar

Julho 04, 2020

A escola encontra-se numa encruzilhada e tem de encontrar novas formas de se reinventar.

Os últimos tempos permitiram experienciar novos percursos, quase sempre a distância, onde as ferramentas digitais ocuparam um lugar de relevo. Contudo, esta alteração nas práticas pedagógicas só será efetiva se houver uma mudança da cultura de escola, que permita inovar de forma endógena, isto é que seja adotada pelos professores, que deverão encarar a tecnologia como um recurso e não como um fim em si.

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Photo by Vladimir Fedotov on Unsplash

 

As duas propostas que aqui deixamos, criadas por grupos de professores em contexto formativo, não são receitas, pelo contrário, apontam caminhos possíveis, para que cada professor escolha o seu, adequando-o às necessidades dos seus alunos, ao seu perfil de docente e aos objetivos de aprendizagem que pretende alcançar.

Através desta partilha de boas práticas, o Biblio Tubers espera contribuir para a criação de uma rede de aprendizagem que permitirá aos docentes autoformarem-se e manterem-se permanentemente atualizados.

Ficam para consulta os dois cenários de aprendizagem criados (Cenário1 | Cenário 2) e convidamo-lo(a) a visualizar as apresentações dos grupos, constituídos por Ana Bispo, Genoveva Belona, Fernanda Calha, Paula Pio (grupo I), e Dina Faustino, Eunice Serra, Raquel Gouveia e Sílvia Serrano (grupo II), no âmbito da ação de formação "Os Dispositivos Móveis na Promoção do Sucesso Escolar", dinamizado no Centro de Formação Prof´Sor.

Grupo 1:

 

Grupo 2:

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Produção de recursos educativos a partir dos media

Os media ao serviço da educação

Junho 27, 2020

Este artigo surge no âmbito de ação de formação "Inovar com a Biblioteca Escolar" destinada a professores do Alto Alentejo.

O que vão ver a seguir são as propostas de trabalho feitas pelos professores, no âmbito desta ação de formação, após a apresentação/ divulgação do MILD e dos artigos (dos media) disponíveis nas revistas da Rede de Bibliotecas Escolares.

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Photo by Kaleidico on Unsplash

 

Assim se pode promover, nos alunos, de forma fácil, apelativa e a um tempo, a leitura, a reflexão, o sentido crítico e a escrita a partir de recursos informais.

Através da leitura, análise, discussão e escrita, os alunos aprendem a destrinçar o trigo do joio.

Nota: Junta-se a apresentação feita pelo convidado desta sessão: Educar com e para os Media

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Cenários de aprendizagem inovadores | o aluno no centro da aprendizagem

Promover a mudança em contexto formativo

Maio 07, 2020

A formação de docentes tem um papel primordial na mudança de práticas pedagógicas, mais consentâneas com novos contextos de aprendizagem. Atualmente, estes contextos são caracterizados pela flexibilidade curricular e, consequentemente, pela implementação de metodologias diversificadas, quase sempre com recurso à tecnologia. 

Contudo, apesar da importância da tecnologia para a inovação de práticas em contexto educativo, não podemos esquecer que a utilização de ferramentas digitais deve ser sempre pensada enquanto meio para alcançar o fim último que é o do sucesso dos alunos.

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A capacidade de pensar o processo de ensino e de aprendizagem como um todo, em que todas as partes estão interligadas e que devem colocar o aluno no centro da aprendizagem, enquanto criador de novos saberes, é um dos pressupostos mais importantes, quando se planifica um cenário de aprendizagem.

Foi partindo das aprendizagens que os alunos deveriam desenvolver que um grupo de professores planificou um cenário de aprendizagem inovador, em que os alunos assumem um papel ativo, quer na pesquisa, produção e até avaliação. Tudo isto num contexto também ele inovador, um clube de línguas. 

E quer a realização do trabalho de grupo, quer a sua apresentação decorreram a distância.

 

Deixamos para consulta o cenário de aprendizagem e convidamo-lo(a) a visualizar a apresentação do grupo, constituído por Alzira Agostinho, Dulce Grácio, Isabel Costa e Virgínia Esteves, do Agrupamento de Escolas de José Relvas, Alpiarça, no âmbito da ação de formação "Ferramentas digitais e dispositivos móveis na aula de línguas", dinamizado no Centro de Formação da Lezíria do Tejo.

 

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Que FAQ na biblioteca?

Para quem e para quê?

Maio 06, 2020

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FAQ é um acrónimo da expressão inglesa Frequently Asked Questions, que significa Perguntas Frequentes.

Uma FAQ é a compilação de perguntas frequentes acerca de um determinado tema ou serviço, evitando desta forma a repetição de perguntas semelhantes.

As FAQ  devem estar em lugar de destaque no canal de comunicação escolhido (blogue, página web). Desta forma, o utilizador, perante uma dúvida/ dificuldade/ esclarecimento, facilmente encontrará a resposta de que necessita.

Para a biblioteca escolar, esta é uma forma de responder com celeridade e eficácia às necessidades dos seus utlizadores. 

As FAQ devem estar em atualização constante, tendo por base as dúvidas mais colocadas pelos utilizadores.

A título de exemplo deixa-se uma sugestão de modelo e de perguntas e respostas.

 

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A Biblioteca Escolar e o Ensino de Emergência a Distância

Boas práticas: o caso do Agrupamento de Escolas de Sardoal

Abril 08, 2020

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Neste momento difícil para as escolas, a Biblioteca Escolar não podia deixar de estar presente, como sempre tem estado, no apoio aos alunos, famílias e docentes, na promoção e desenvolvimento das literacias da leitura, dos media e da informação, de diversas formas, quer no apoio ao currículo, quer no desenvolvimento da autonomia e formação dos vários intervenientes.

Como tal, no Agrupamento de Escolar de Sardoal, a Professora Bibliotecária integrou logo na primeira hora a equipa de apoio à implementação do ensino a distância, procurando as melhores soluções digitais adequadas ao contexto da comunidade escolar do Sardoal.

De seguida, a biblioteca escolar passou a integrar o horário semanal de cada turma, de forma a dar apoio a alunos e encarregados de educação na utilização de ferramentas digitais e realização de trabalhos e ainda propondo atividades de promoção da leitura e do uso dos media com a finalidade de promover multiliteracias.

Estas atividades, bem como a comunicação com a biblioteca escolar, realizam-se através do seu blogue onde cada nível de ensino encontra o seu separador com propostas de leituras, passatempos e atividades de promoção das literacias a desenvolver de forma autónoma ou articulada com docentes a nível curricular.

A título de exemplo apresentam-se dois horários, um para o 1.º Ciclo e o outro para o Ensino Secundário. 

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Oiça o testemunho da professora bibliotecária, Jacqueline Almeida:

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