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Biblio Tubers

Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes.

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O Programa de Mentorias em ação

Boas práticas em alguns Agrupamentos de Escolas

Outubro 13, 2020

No seguimento dos três artigos do Biblio Tubers sobre o Programa de Mentorias,

  1. Orientações do ME para o ano letivo 2020/2021 | O papel das tutorias e mentorias Publicado a 08 Julho 2020 [ programa de mentorias." O programa de mentorias visa estimular o relacionamento interpessoal e a cooperação]
  2. Colaborar para aprender | Cenários para 2020/21 Publicado a 09 Julho 2020 [ programa de tutorias e mentorias. A este propósito consulte o post Orientações do ME para o ano letivo 2020]
  3. O programa de mentorias no Agrupamento, descomplicado Publicado a 06 Setembro 2020 [ programa de mentorias visa estimular o relacionamento interpessoal e a cooperação entre alunos.]

vimos agora divulgar boas práticas de três Agrupamentos de Escolas que poderão servir de exemplo e inspiração a outros:

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Tal como referimos anteriormente, este programa está previsto nas orientações do Ministério da Educação para o presente ano letivo e visa estimular o relacionamento interpessoal e a cooperação entre alunos. "Este programa identifica os alunos que, em cada escola, se disponibilizam para apoiar os seus pares acompanhando-os, designadamente, no desenvolvimento das aprendizagens, esclarecimento de dúvidas, na integração escolar, na preparação para os momentos de avaliação e em outras atividades conducentes à melhoria dos resultados escolares." 

As estratégias colocadas em prática variam de Agrupamento para Agrupamento, o que mostra os REA em ação, isto é, a reutilização das propostas feitas pelo Biblio Tubers, com as devidas adaptações à realidade específica de cada contexto.

Veja-se, a título de exemplo, a forma como é feita a escolha  dos alunos mentores que, no caso dos AE de Crato e AE n.º 2 de Abrantes, pode ser feita através de uma candidatura espontânea dos próprios alunos, ou  por indicação de um docente.

Uma nota para a forma como a avaliação é assumida no AE do Crato, pois estão previstos momentos de avaliação formal mas também informal. Ainda neste Agrupamento, as mentorias estão organizadas para que possam ocorrer nas três modalidades, presencial, misto e a distância, através de uma plataforma LMS, bem como a utilização do kit de mentoria sugerido pelo Biblio Tubers.

Abaixo, deixamos dois exemplos de duas candidaturas espontâneas de alunos do AE  N.º 2 de Abrantes que se propõem trabalhar em áreas de mentoria completamente distintas.

 

 

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Clique nas imagens para as ver maiores

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O Biblio Tubers vai continuar a acompanhar as estratégias colocadas em práticas pelos Agrupamentos de Escolas na implementação deste e de outros programas, valorizando os que optarem por tirar partido dos REA,  de forma descomplicada, simples e eficaz.

É este o propósito do nosso Colaboratório! (Clique na tag Colaboratório, para ler todos os posts

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Vou dar uma aula de substituição! E agora?

Soluções práticas para lidar com o inesperado

Setembro 19, 2020

A incerteza que caracteriza a vida nas escolas implica planeamento estratégico e rentabilização de recursos.

Os planos de contingência dos Agrupamentos para o ano letivo 2020/21 contemplam, em muitos casos, a criação de uma bolsa de docentes, que, face à ausência de um professor, deverá assegurar a ocupação dos tempos escolares dos alunos.

Normalmente, estas são horas da componente não letiva ou, quando existe insuficiência de tempos letivos no horário dos docentes, da componente letiva (Despacho 10-A/2015).

Neste contexto, os professores ver-se-ão confrontados com situações imprevisíveis, uma das quais o acompanhamento de uma turma, em modo de substituição por ausência do professor.

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É óbvio que esta substituição nem sempre será planeada e que, dificilmente, se conseguirá ter acesso a um plano de aula.

 

O que fazer então?

Aproveite estas aulas de substituição para trabalhar competências transversais, nomeadamente as inscritas no perfil do aluno do século XXI.

 

E como fazê-lo?

1. Lançar um tema para discussão, a partir de um texto dos média:

  • Artigo de jornal
  • Vídeo
  • Podcast
  • Publicidade

Onde encontrar recursos deste tipo?

Sugere-se a utilização de sites agregadores de conteúdos fidedignos, pois, para além da sua fiabilidade, disponibilizam uma considerável diversidade de textos e de formatos.

Exemplo: Depósitos de VALOR | Banca de conteúdos digitais.

Veja a título exemplificativo como pode utilizar esta banca:

 

2. Conversar com os alunos sobre o tema do recurso selecionado, após a sua visualização / leitura / audição.

Como?

Em grande grupo ou individualmente, através, por exemplo, de um mapa de ideias coletivo (sugere-se a utilização do Coggle), em que os alunos inscrevem a sua opinião para depois ser apresentada e discutida, confrontando diferentes pontos de vista.

 

3.Promover a criação de um produto pelos alunos

O quê?

  • Um texto escrito,
  • um problema matemático
  • Um esquema
  • Um vídeo curto
  • Um post para uma rede social
  • Uma equação criativa
  • Um podcast
  • ...

Provavelmente, não terá tempo para chegar à terceira fase, a  de produção, contudo o contacto com textos dos média e o confronto de ideias são sempre momentos de aprendizagem e de consolidação de conteúdos.

 

Que exemplos?

Consulte as seguintes propostas criadas a partir de... 

... um excerto de uma série televisiva

... um texto

...um anúncio publicitário

...uma crónica

...um vídeo

...a declamação de um poema

 

Atreva-se a experimentar! Sem receios e surpreenda-se com a reação dos alunos. Tire partido dos recursos que tem à mão. 

Só está sozinho na sala de aula quem quer, ou quem não ousa...

 

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O papel dos atores educativos na criação de REA

Caixa de ferramentas para curadoria e criação de recursos educativos abertos | AASL

Agosto 10, 2020

Esta caixa de ferramentas (toolkit) sobre recursos educativos abertos (REA), criada pela Associação Americana de Bibliotecários Escolares (AASL), está organizada em cinco cenários, que são apresentados a partir de personagens tipo, seguindo-se algumas questões de reflexão que permitem consolidar a informação veiculada no cenário.

O objetivo principal deste documento é ajudar os atores educativos a compreenderem o processo de curadoria e de criação de REA para as suas escolas.

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Apresentam-se, de seguida, os cenários organizados em torno de quatro personagens, que assumem os papéis que se apresentam abaixo.

Para aprofundar, consulte o documento original.

1. Diretores/ Administradores

O diretor aposta na disseminação de recursos educativos, consciente da importância dos REA para a sua comunidade educativa, não só pela redução de custos mas também pela excelente oportunidade de inovação que provocarão junto dos docentes.

A sua ação passa pela pesquisa de casos de sucesso e a sua apresentação aos docentes, pais e encarregados de educação, devendo envolver as chefias intermédias neste processo.

 

2. Coordenadores de bibliotecas

Para além da redução de custos e facilidade de atualização, o coordenador percebe também que os REA contribuem para o sucesso académico dos alunos e que se adequam cenários de ensino híbrido.

Contribui, ainda, para o desenvolvimento profissional dos professores bibliotecários, podendo ser utilizados inúmeros meios de disseminação. 

Este trabalho deverá ser antecedido de um período de diagnose (através da aplicação de questionários) para avaliar o grau de conhecimento dos professores bibliotecários, organizando-os em três categorias: iniciante, intermédio e avançado.

 

3. Professores bibliotecários

Dada a sua formação de base, o professor bibliotecário terá já alguns conhecimentos de REA e pode, por isso, liderar este movimento na sua escola. Nesse sentido, poderá ajudar os professores a avaliar recursos educativos, assegurando a sua efetiva utilização em contexto de sala de aula.

Pode servir de exemplo, disponibilizando materiais criados por si e divulgando-os junto dos professores, para que estes façam o mesmo. Isto é, ajuda os professores a fazerem a curadoria dos seus próprios recursos e a partilha local e global.

 

4. Professores/Educadores

O professor deve colaborar com o professor bibliotecário e, caso necessário, poderá fazer alguma formação sobre REA, por exemplo ao nível de departamento curricular.

Desta forma, o professor aperceber-se-á das potencialidades da tecnologia na criação e disseminação dos REA, tomando conhecimento de outros recursos educativos de qualidade que poderá utilizar nas suas aulas. 

 

Esta caixa de ferramentas disponibiliza ainda recursos muito interessantes, para cada um dos cenários, que ajudarão as escolas a implementar novas práticas pedagógicas assentes em REA.

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O Biblio Tubers na Rede

Somos e crescemos em Rede

Agosto 06, 2020

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Photo by Riccardo Annandale on Unsplash

 

Sítios na web que citam/ partilham o Biblio Tubers. Gradualmente irão ser incluidos mais. Poderá colaborar connosco deixando outros links nos comentários a este post.

 

Instituições

 

Agrupamentos de Escolas e outros

 

Blogs pessoais



Centros de formação / Formação

 

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A metodologia de trabalho de projeto em ação

O papel do professor, enquanto agente de mudança

Julho 29, 2020

A escola portuguesa vive, atualmente, um período de profundas transformações que visam, prioritariamente, promover o sucesso dos alunos numa dimensão humanizada.

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Photo by Jeff Sheldon on Unsplash

 

O Perfil do Aluno à Saída da Escolaridade Obrigatória e a Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, por exemplo, associados a uma época de pandemia, exigem novas práticas e metodologias.

A metodologia do trabalho de projeto está contemplada neste documentos orientadores, pelo que se torna fundamental dotar os docentes de competências que lhes permitam colocar os alunos num papel central, proporcionando-lhes situações de aprendizagens significativas. Para além disso, promove:

  • A inovação nas práticas de gestão curricular;
  • O papel do professor, enquanto agente de mudança;
  • A reflexão sobre o trabalho de projeto na consecução dos objetivos definidos nos projetos de autonomia e flexibilidade curricular dos agrupamentos.

Esta metodologia favorece:

  • O desenvolvimento de competências consignadas no Perfil do Alunos: comunicar, trabalhar em equipa, decidir, avaliar;
  • O envolvimento do aluno na conceção, realização e avaliação de projetos, que articulam saberes de diversas áreas disciplinares e que promovem a transferibilidade das aprendizagens.

A apresentação que se disponibiliza mostra um exemplo de um dispositivo de intervenção, criado por um grupo de professores (João Magusto, João Vitor, Paula Ribeiro, Teresa Taborda e Sandra Santos), na oficina de formação "Gerir projetos no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular:  a metodologia do trabalho de  projeto", que decorreu no CFAE A23, em Torres Novas.

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Serviço de Referência na Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Sardoal

Acolher, informar, formar e orientar

Julho 23, 2020

Numa escola, ter acesso à informação é essencial tanto para o processo de ensino como para o de aprendizagem. É nesse apoio que o papel da biblioteca escolar se define cada vez mais: apoio a docentes,  a alunos, a encarregados de educação e a todos os elementos da comunidade educativa, quer presencialmente, quer a distância.

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Photo by Priscilla Du Preez on Unsplash

O mundo global que caracteriza a nossa sociedade exige o acesso rápido a qualquer sítio web, ideia ou opinião. Mas, para isso, temos de saber o que procurar, como e onde...

E é aqui que a biblioteca escolar assume uma presença fundamental de curadoria, orientação formação e divulgação de recursos.

Para tal, a biblioteca escolar tem de definir o seu serviço de referência, isto é "o apoio prestado ao utilizador na seleção e avaliação dos recursos informativos e na forma de lhes aceder. Este apoio ― que compreende o aconselhamento pessoal, a disponibilização de informação e a orientação no acesso aos recursos físicos e digitais ― assume tal relevância que, no presente, é ele que caracteriza a qualidade das bibliotecas, tanto ou mais do que as coleções que as compõem." (in: PORTUGAL. Ministério da Educação. Gabinete da Rede Bibliotecas Escolares. Portal RBE: Serviço de referência nas bibliotecas escolares: orientações [Em linha]. Lisboa: RBE, atual. 03-06-2020. [Consult. 23-07-2020] Disponível em WWW: <URL: http://www.rbe.mec.pt/np4/2572.html>)

Como tal, a Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Sardoal, que tem vindo a desenvolver nestes últimos anos um trabalho nesta área, decidiu publicar o documento Serviço de Referência na Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Sardoal (clique no link para aceder ao documento).

 

Oiça aqui a apresentação deste serviço, feita pelo professora bibliotecária, Jacqueline Almeida.

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Aprender a Ser, a Ler!

A biblioteca no E@D do AE de Nisa

Julho 16, 2020

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Photo by Senjuti Kundu on Unsplash

 

O Projeto "Ser a Ler", implementado pelo segundo ano consecutivo no 1º ciclo do ensino básico do AE de Nisa, tem por objetivo formar leitores competentes, ajudando cada criança a compreender as palavras, o seu contexto, a ler textos,  a dar-lhe sentido mas também a partilhar as leituras com os seus pares com recurso a atividades de pesquisa, escrita lúdica, expressão plástica, dramática, musical...

Desenvolvido pela Biblioteca Escolar, o Projeto “Ser a Ler” resulta de um trabalho de articulação com as professoras titulares, respondendo à necessidade de dinamizar a leitura como medida de promoção da melhoria do sucesso escolar. Os alunos dos diferentes anos de escolaridade ampliam os seus interesses, partilham obras muito diferentes entre si – géneros, temas, autores, ilustradores, em sintonia com os objetivos definidos nas Metas Curriculares para o 1º ciclo do ensino básico.

O Projeto “Ser a Ler” valoriza o hábito da leitura como condição de Cidadania, de encontro consigo mesmo e com os outros, lendo em conjunto, refletindo sobre comportamentos e valores, indo ao encontro dos objetivos da componente de Cidadania e Desenvolvimento, respeitando a sua transversalidade.

***

Com a imperiosa necessidade de implementação do Ensino a Distância o “Ser a Ler” lançou desafios de que resultaram imagens memoráveis!

“Formiguinha descalça”, de Matilde Rosa Araújo:

Os alunos do 4º ano, das turmas A e B, declamaram os versos deste poema. Em pijama, na sala, no jardim, em pleno campo… Simularam leituras ensonadas…  alegres… enfadadas…  enfim!... veja o resultado abaixo:

4º A:

4º B:

Pela equipa da biblioteca escolar: Fátima Dias e Maria João Biscaia

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Cenários de aprendizagem inovadores | Mudar práticas

Os Dispositivos Móveis na Promoção do Sucesso Escolar

Julho 04, 2020

A escola encontra-se numa encruzilhada e tem de encontrar novas formas de se reinventar.

Os últimos tempos permitiram experienciar novos percursos, quase sempre a distância, onde as ferramentas digitais ocuparam um lugar de relevo. Contudo, esta alteração nas práticas pedagógicas só será efetiva se houver uma mudança da cultura de escola, que permita inovar de forma endógena, isto é que seja adotada pelos professores, que deverão encarar a tecnologia como um recurso e não como um fim em si.

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Photo by Vladimir Fedotov on Unsplash

 

As duas propostas que aqui deixamos, criadas por grupos de professores em contexto formativo, não são receitas, pelo contrário, apontam caminhos possíveis, para que cada professor escolha o seu, adequando-o às necessidades dos seus alunos, ao seu perfil de docente e aos objetivos de aprendizagem que pretende alcançar.

Através desta partilha de boas práticas, o Biblio Tubers espera contribuir para a criação de uma rede de aprendizagem que permitirá aos docentes autoformarem-se e manterem-se permanentemente atualizados.

Ficam para consulta os dois cenários de aprendizagem criados (Cenário1 | Cenário 2) e convidamo-lo(a) a visualizar as apresentações dos grupos, constituídos por Ana Bispo, Genoveva Belona, Fernanda Calha, Paula Pio (grupo I), e Dina Faustino, Eunice Serra, Raquel Gouveia e Sílvia Serrano (grupo II), no âmbito da ação de formação "Os Dispositivos Móveis na Promoção do Sucesso Escolar", dinamizado no Centro de Formação Prof´Sor.

Grupo 1:

 

Grupo 2:

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Produção de recursos educativos a partir dos media

Os media ao serviço da educação

Junho 27, 2020

Este artigo surge no âmbito de ação de formação "Inovar com a Biblioteca Escolar" destinada a professores do Alto Alentejo.

O que vão ver a seguir são as propostas de trabalho feitas pelos professores, no âmbito desta ação de formação, após a apresentação/ divulgação do MILD e dos artigos (dos media) disponíveis nas revistas da Rede de Bibliotecas Escolares.

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Photo by Kaleidico on Unsplash

 

Assim se pode promover, nos alunos, de forma fácil, apelativa e a um tempo, a leitura, a reflexão, o sentido crítico e a escrita a partir de recursos informais.

Através da leitura, análise, discussão e escrita, os alunos aprendem a destrinçar o trigo do joio.

Nota: Junta-se a apresentação feita pelo convidado desta sessão: Educar com e para os Media

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Cenários de aprendizagem inovadores | o aluno no centro da aprendizagem

Promover a mudança em contexto formativo

Maio 07, 2020

A formação de docentes tem um papel primordial na mudança de práticas pedagógicas, mais consentâneas com novos contextos de aprendizagem. Atualmente, estes contextos são caracterizados pela flexibilidade curricular e, consequentemente, pela implementação de metodologias diversificadas, quase sempre com recurso à tecnologia. 

Contudo, apesar da importância da tecnologia para a inovação de práticas em contexto educativo, não podemos esquecer que a utilização de ferramentas digitais deve ser sempre pensada enquanto meio para alcançar o fim último que é o do sucesso dos alunos.

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A capacidade de pensar o processo de ensino e de aprendizagem como um todo, em que todas as partes estão interligadas e que devem colocar o aluno no centro da aprendizagem, enquanto criador de novos saberes, é um dos pressupostos mais importantes, quando se planifica um cenário de aprendizagem.

Foi partindo das aprendizagens que os alunos deveriam desenvolver que um grupo de professores planificou um cenário de aprendizagem inovador, em que os alunos assumem um papel ativo, quer na pesquisa, produção e até avaliação. Tudo isto num contexto também ele inovador, um clube de línguas. 

E quer a realização do trabalho de grupo, quer a sua apresentação decorreram a distância.

 

Deixamos para consulta o cenário de aprendizagem e convidamo-lo(a) a visualizar a apresentação do grupo, constituído por Alzira Agostinho, Dulce Grácio, Isabel Costa e Virgínia Esteves, do Agrupamento de Escolas de José Relvas, Alpiarça, no âmbito da ação de formação "Ferramentas digitais e dispositivos móveis na aula de línguas", dinamizado no Centro de Formação da Lezíria do Tejo.

 

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