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Biblio Tubers

Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes. Defendemos os recursos abertos e a biblioteca como centro de saber na escola.

Biblio Tubers

Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes. Defendemos os recursos abertos e a biblioteca como centro de saber na escola.

Estou a ter aulas a distância!

E agora?

Março 30, 2020

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A vida é o que é. As circunstâncias mudaram e vocês estudantes, e nós professores, estamos agora confinados às nossas casas e é aqui que aprendemos e ensinamos a distância.

Se para uns esta realidade parece o céu, para outros não é tanto assim. 

Existem algumas regras que te podem ajudar a ficar focado e a, por essa via, rentabilizar o estudo, com vista ao teu sucesso.

 

Pistas para otimizar o teu estudo

Aqui tens cinco pistas, cuja pertinência perceberás imediatamente:

1. Encontra o espaço ideal para trabalhar, preferencialmente sentado, com o material de que necessitas organizado na tua mesa/secretária.

2. Organiza o teu espaço de trabalho para não te distraires.

3. Cria um horário de trabalho que te rotine e te permita ser mais eficaz no estudo. Consulta os nossos conselhos para rentabilizares o teu tempo e para aprenderes mais e melhor.

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4. Afasta a procrastinação (deixar para depois o que podes fazer agora).

5. Habitua-te a fazer um ponto de situação das tuas conquistas, isto é a autoavaliar a tua performance. Só se identificares os obstáculos é que poderás ultrapassá-los e melhorar.

 

Regras para acompanhar as aulas a distância

O ensino a distância tem inúmeras vantagens, mas, se não fores focado e metódico, podes, facilmente, desmotivar-te e sentires dificuldades em acompanhar as aulas.

 

1 - Para começar

Antes de começares a realizar as tarefas propostas pelos teus professores, assegura-te que percebes o que se pretende com a tarefa. Não hesites, questiona! Não fiques com dúvidas!

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Se, ainda assim, tiveres dúvidas ou dificuldades na resolução das tarefas offline, contacta o professor, ou um colega para te ajudar.

 

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Cria um grupo de estudo virtual, onde troques ideias e conhecimentos que te facilitem o estudo, te ajudem na realização das tarefas e te tragam segurança e crescente motivação.

 

2 - Começando

Olha com atenção para os critérios de avaliação da tarefa (se não os tiveres, pede-os ao teu professor) para perceberes melhor o que se pretende e para que te possas autoavaliar. Desta forma, consegues avaliar se o que fizeste corresponde ao solicitado.

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Os critérios de avaliação são por vezes difíceis de descodificar. Pede ajuda ao teu professor, para que esclareça o que é pressuposto aprenderes. Só assim te poderás autoavaliar, isto é saber se aprendeste os conteúdos ou não. 

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Cria uma tabela de classificação de 1 a 5 e coloca lá cada os critérios de avaliação de cada uma das disciplinas. Estabelece metas para que possas ir melhorando, tendo em conta a tua autoavaliação. Esta grelha ajudar-te-á também a perceber os conteúdos em que tens mais dificuldades. São estes os conteúdos em que deverá incidir o teu estudo. Se for difícil para ti estudar sem apoio, pede ajuda aos professores e/ ou ao teu grupo de estudo virtual.

 

3 - A todo o vapor

Os professores podem ter a tendência de submeter muitas tarefas, na tentativa de te ajudar a consolidar aprendizagens. Mas isso pode gerar alguma confusão na tua organização do estudo.

 Cria, por isso, um plano de trabalho individual, a partir do plano inicial fornecido pela escola. Só assim conseguirás gerir as tarefas atempadamente e saberes qual o tempo lúdico com que ficas.

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Para simplificar a tua organização do tempo, inclui nesse plano de trabalho um item "tarefa concluída". Assim, quando tiveres toda essa coluna preenchida, sabes que cumpriste o teu plano.

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Partilha o teu plano com os teus professores e colegas para que o teu exemplo possa ser útil a outros. Para além disso vais surpreender os teus professores.

 

4 - Recapitulando

Os professores costumam dar feedback sobre as tarefas que vais concluíndo. Este feedback é importantíssimo para que possas autoavaliar as tuas aprendizagens. Ouve/ vê/ lê com atenção as sugestões dos professores e compara-as com a tua autoavaliação. Assim perceberás quais são os teus pontes fortes e o que deverás melhorar.

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Se tirares partido do feedback dos professores, melhorarás de tarefa para tarefa, o que, para além da motivação, te tornará um aluno de excelência.

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Cria um fórum de discussão com a tua turma onde cada um coloque sugestões de melhoria que encontraram a partir do feedback dado pelos professores. Desta forma, para além de perceberem o que os professores querem que aprendam, criam uma rede de partilha colaborativa genial

 

Se te ocorrerem outras sugestões que consideres importantes partlha-as connosco nos comentários.

 

As Bibliotecas Escolares na encruzilhada...

...do analógico ao digital

Março 28, 2020

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Dando contuidade à publicação de artigos sobre a necessidade de  redesenhar a Biblioteca Escolar, o Biblio Tubers debruça-se, agora, sobre os desafios criados pela pandemia COVID-19 e o confinamento das populações.

 

As bibliotecas escolares, hoje. Que desafios?

Os desafios que apresentámos no artigo A Biblioteca Escolar impõe-se! mantêm-se atuais e reforçam a necessidade de apostar nos 4C:

1. Conectividade, para ligar os utilizadores ao mundo,

2. Colaboração formal e informal,

3. Criação de conhecimento, e 

4. Comunidade, pois a interação entre pessoas é fundamental para a aprendizagem que é, de facto, uma atividade social.

 

A premência de uma mudança imposta a todas as áreas da nossa sociedade mostra que o caminho que preconizámos para as bibliotecas era uma urgência que, agora, fruto do caos criado pela pandemia, se converteu num imperativo.

As bibliotecas estão numa encruzilhada! Continuam a fazer o mesmo? Ou aproveitam o caos para encontrar a ordem? 

E, se dúvidas havia, veio a confirmar-se que a vertente digital da biblioteca, quase sempre esquecida ou até inexistente, é fundamental. É primordial!

Mas não basta mudar do analógico para o digital. É necessário mostrar o valor da biblioteca, inovando, criando conteúdos e assumindo o papel de provedores de informação confiável e segura. Para isso, as bibliotecas devem centrar-se nos utilizadores e implicar-se na aprendizagem. Só assim o valor das bibliotecas se impõe.

 

Retomando o artigo que deu origem a esta problemática, relembramos a filosofia que defendemos para a biblioteca escolar.

Uma Biblioteca que se impõe é aquela em que o acesso à informação é cada vez mais digital, rápido, fácil e  user friendly. Que permite o trabalho individual, colaborativo e com o apoio de mediadores. Que serve a comunidade em que está inserida. Que favorece:

- a inovação. 
- a comunicação.
- o acesso a novas formas de pensar, de ensinar e de aprender. 

 

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Do analógico ao digital. Como?

A biblioteca tem de acompanhar os grandes desafios dos sistemas educativos, ajudando a encontrar respostas para:

  • O que aprendemos,
  • Como aprendemos,
  • Onde aprendemos,
  • Quando aprendemos.

Nesse sentido, o valor da biblioteca, e de qualquer organismo educativo, é cada vez mais criado horizontalmente, através de a quem nos ligamos e com quem trabalhamos (OCDE).

Para esta mudança de paradigma, o Biblio Tubers acredita que os passos mais importantes a dar são dois.

Por um lado, criar, ou reforçar a identidade digital de cada biblioteca escolar, pois só assim percebem onde se situam, em relação às respostas que devem dar às comunidades que servem. O que implica definirem metas para o que querem alcançar.

"Não esqueçamos que a missão da biblioteca é a de estar presente onde e quando o utilizador necessita, disponibilizando recursos e permitindo conexões e redes de partilha consentâneas com o ADN do organismo que servem." (in O ADN de uma Biblioteca).

Por outro lado, implementar um processo sistemático de curadoria que vise disponibilizar conteúdos de qualidade para ensinar e aprender e assegurar o acesso persistente a dados digitais confiáveis, através da melhoria da qualidade desses dados, do seu contexto de pesquisa e da verificação de autenticidade. 

Vejamos cada um destes passos com mais detalhe.

 

1. A identidade digital da biblioteca escolar

O conceito de identidade digital promove o questionamento conducente a práticas de autoavaliação e consequente melhoria. Nesse sentido, aconselha-se a que cada biblioteca responda a cada uma das vertentes enunciadas na definição abaixo. Este exercício deve ser feito de forma regular, para nortear a ação da biblioteca. 

Vejamos o conceito: 

“Conjunto de canais (plataformas digitais) que uma biblioteca gere e atualiza regularmente para, de forma interessada e organizada, partilhar uma multiplicidade de informação, conteúdos, recursos e serviços - online e/ ou offline - nas comunidades que serve, nomeadamente professores e alunos, com o fim último de melhorar o ensino e a aprendizagem, em todas as suas vertentes”. (J. Borges, 2018).

E agora as questões de fundo a que as bibliotecas devem responder:

  1. Que canais tem a biblioteca?
  2. Qual a periodicidade com que os atualiza?
  3. Qual o critério para a partilha de informação e de conteúdos?
  4. Qual a especificidade dos serviços que presta?
  5. O que a distingue das outras bibliotecas?
  6. Como contribui para melhorar o ensino e a aprendizagem?

 

Não podemos esquecer que a biblioteca deve criar e fazer parte de redes de aprendizagem mais amplas, no sentido de se manter atualizada. Para isso deve:

  • Explorar os interesses e as necessidades da sua comunidade;
  • Estar a par da investigação que é feita nas áreas de interesse em que atua;
  • Estar conectada a outras bibliotecas e instituições da área.

É assim que se criam redes de aprendizagem e é em rede que a identidade digital de cada biblioteca se fortalece e dissemina.

 

2. A curadoria de conteúdos

O grande desafio dos profissionais das bibliotecas é saber encontrar, filtrar, acrescentar valor e disseminar os conteúdos que respondem às necessidades da comunidade que servem.

Curadoria é o processo através do qual selecionamos, analisamos, filtramos, organizamos e partilhamos informação relevante e que nos chega de diferentes fontes. 

 

Nesse sentido, as etapas a seguir para proceder à curadoria de conteúdos são três:

1. Ler / consultar a informação em todo o tipo de canais (blogues, media, redes sociais, podcasts, vídeos,...)

2. Editorializar, isto é:

  • Fazer anotações,
  • Selecionar citações,
  • Resumir,
  • Ligar a outros trabalhos/ artigos/ páginas/...

3. Partilhar

  • Blogue ou página web,
  • Media,
  • Redes sociais.

 

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Servir a comunidade. Que serviços?

Os serviços que as bibliotecas prestam são fundamentais, devendo caracterizar-se pela fiabilidade, rapidez de resposta e personalização.

Os serviços que o Biblio Tubers defende adequam-se ao paradigma digital.

Se não vejamos:

  • Solicitar apoio com especialistas.
  • Ter acesso a sessões de literacia online.
  • Reservar salas para trabalho de grupo online com o apoio de um tutor se necessário e o acesso a recursos como: vídeoconferência, fórum de discussão, partilha de documentos, criação de documentos colaborativos.
  • Requisitar micro aulas temáticas.
  • Requisitar micro sessões para utilização de ferramentas, recursos da biblioteca, desenho de unidades didáticas para apoiar os docentes no ensino a distância.
  • Requisitar portáteis, tablets, câmaras, colunas, headphones, microfone, tripés... que, no contexto atual poderão ser entregues em casa, a partir dos meios que cada escola terá definido.
  • Ter acesso a recursos abertos, organizados por áreas temáticas e facilmente recuperados através de palavras chaves ou grande categorias.
  • Ter acesso a um repositório com resumos da matéria em formato áudio (podcasts) ou vídeo.
  • Contar com o serviço de help desk .

 

Nota: O serviço de help desk tem como funções acolher, informar, formar e orientar. Deve responder sempre que possível em tempo real, disponibilizando para isso os seguintes recursos que permitem a interação com o utilizador: 

  • FAQs,
  • Chat e/ou videoconferência, 
  • Formulários online,
  • E-mail de contacto.

Oiça aqui a síntese do artigo:

Educação, Hoje

Perspetivas globais sobre a educação | OCDE

Março 24, 2020

Andreas Schleicher, Diretor do Departamento de Educação e Competências em Educação da OCDE, lançou, no passado dia 23 de março, um documento que, tendo em conta os dados do relatório TALIS de 2018 (Teaching and Learning International Survey), pretende deixar pistas para responder à grande questão que a Escola enfrenta atualmente: 

Como podem os professores e os sistemas educativos responder à pandemia do COVID-19?

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O Biblio Tubers apresenta as ideias principais deste documento, que está organizado em torno de quatro recomendações:

  1. Tirar partido da tecnologia
  2. Capacitar os professores e fomentar a inovação
  3. Criar comunidades
  4. Redefinir a liderança

 

A colaboração nacional e internacional, o redesenhar de currículos, a importância da identidade digital dos profissionais da educação e a criação de redes de aprendizagem são os grandes desafios que Andreas Schleicher nos deixa. 

Educação, Hoje

Promoção dos media em ambiente virtual

Proposta 2 | O manual de literacia digital (MILD)

Março 23, 2020

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Dando continuidade ao Plano de trabalho síncrono em tempo de quarentena, o Biblio Tubers apresenta a segunda proposta, na área dos media, que poderá ser implementada, pelos professores bibliotecários, no horário reservado à biblioteca.

Esta proposta, à semelhança da Proposta 1 | Carta de uma adolescente aos adultos, pode ser adequada a qualquer nível de ensino, a partir da escolha dos textos dos media que os alunos deverão ler.

Os textos sugeridos são apenas propostas que devem ser adequadas a cada realidade educativa. Por exemplo, os professores bibliotecários que trabalham com os alunos do 1.º Ciclo podem optar por fazer a leitura dos textos propostos.

 

Apresenta-se, abaixo, a proposta de exploração que, partindo da leitura de textos dos media, remete o aluno para uma utilização autónoma do Manual de Literacia Digital (MILD), nas áreas da Leitura dos Media e de  Ler e Escrever na Rede.

 

1. Os alunos acedem aos artigos selecionados pelos professores e fazem uma primeira leitura. A título de exemplo, deixamos sugestões de textos para cada nível de ensino.

1.º Ciclo - Os nossos amigos invisíveis publicado na Visão Júnior, em 04/03 de 2020.

2.º Ciclo - Como lidar com o “vírus” da ansiedade e manter o equilíbrio mental na quarentena, entre o teletrabalho e a vida em família  da autoria de Clara Soares, publicado na Visão Júnior, em 23/03 de 2020.

3.º Ciclo - Podemos viver “offline” publicado na Visão Júnior, no dia 04/03 de 2020 OU Dependentes e vulneráveis da autoria de Diogo Agostinho, publicado no Expresso, em 23/03 de 2020 (para o 9.º ano).

Secundário - A sociedade da repetição de Walter Hugo Mãe, OU Dependentes e vulneráveis da autoria de Diogo Agostinho, publicado no Expresso, em 23/03 de 2020.

 

2. Na data/hora previamente acordada com os alunos, o professor bibliotecário abre a sala de conversa (sugere-se o Zoom) e lança o debate entre os alunos. 

Deixam-se algumas pistas para lançar o debate:

  • Qual o tema do artigo?
  • Concordas com a abordagem que é feita ao tema pelo jornalista/cronista?
  • Qual o tópico do artigo que mais dúvidas te suscita?
  • Se pudesses questionar o jornalista/cronista que pergunta lhe colocarias?
  • ...

 

3. Após esta reflexão com os alunos, é enviado um vídeo, disponibilizado abaixo, que explica como é que os alunos poderão usar o MILD para aprenderem a ler de forma crítica os textos dos media e a criar conteúdos para publicar na rede. Este vídeo abordará, ainda, de forma sumária a utilidade desta plataforma para os alunos.

 

4. O professor poderá dividir os alunos em grupos e pedir-lhes que escrevam artigos, para os media, sobre o tema que foi objeto de leitura, no respetivo ciclo. Os textos finais são lidos à turma e alvo de discussão. O professor, ou um aluno previamente selecionado, encerra a discussão fazendo a síntese do tema. 

Sugere-se ainda que os trabalhos sejam publicados e divulgados nas redes (blogues, Twitter, Youtube, Facebook, Instagram,...) com a hashtag #somosmild.
 

Aprender nos Media | Isolamento dos idosos | AE Alter do Chão

Proposta de exploração e de produção

Março 22, 2020

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Uma das característica do interior do país, nomeadamente do Alto Alentejo, é o envelhecimento da população.

Cientes deste problema, alguns dos alunos do Agrupamento de Escolas de Alter do Chão, em articulação com a professora bibliotecária, elegeram este tema como ponto de partida para a elaboração de um projeto na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento.

A proposta aqui apresentada parte da visualização de um vídeo sobre a solidão na velhice.

 

Para além deste vídeo, foram, ainda, selecionados outros recursos para facilitar a pesquisa dos alunos:

- Portal da Pordata, com o índice de envelhecimento por município,

- Vídeo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, intitulado "Os países podem morrer de velhos”,

- Notícia da Euronews sobre o envelhecimento em Portugal,

- Reportagem da SIC "Contra a solidão.

Após a exploração e a fase de pesquisa, os alunos serão levados a refletir sobre este problema, propondo-se a criação de uma campanha de sensibilização para as redes sociais.

Oiça, aqui, a proposta na voz da professora bibliotecária, Júlia Sombreireiro:

Aprender nos Media | Sustentabilidade | AE Castelo de Vide

Proposta de exploração e de produção

Março 22, 2020

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Atendendo a que a Escola deve assentar as suas práticas em valores e princípios de cidadania e que a diversidade de metodologias e de práticas pedagógicas deve ser indutora de experiências reais de participação, a Biblioteca do Agrupamento de Escolas de Castelo de Vide sugere uma proposta de trabalho que parte da visualização do vídeo “Sem luz”, uma curta-metragem de animação sobre energia elétrica.

 

 

Os alunos serão levados a refletir sobre a utilização que se faz da energia elétrica, a sua necessidade no mundo atual, fomentando-se, desta forma, a adoção de comportamentos sustentáveis.

Oiça agora a proposta na voz da professora bibliotecária, Fernanda Cunha:

Pensar a pedagogia em tempo de pandemia

Relatório sobre o ensino a distância durante o fecho das escolas | Destaques

Março 20, 2020

A centralidade do ensino a distância tem levado vários peritos a debruçarem-se sobre as questões pedagógicas levantadas com a imposição de um ensino a distância massificado e obrigatório, dado o encerramento das escolas.

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O Biblio Tubers apresenta o Independent Report written to inform the work of Education International and UNESCO, datado de 15 de março de 2020 e da autoria de Armand Doucet, Dr. Deborah Netolicky, Koen Timmers e Francis Jim Tuscano.

Este relatório levanta questões que se prendem com o ensino a distância e está organizado em 6 grandes áreas:

  1. Que cuidados ter no ensino a distância
  2. Qual o papel do professor
  3. A importância da partilha de informação entre os vários atores
  4. Recomendações
  5. Recursos para educadores e escolas
  6. Recursos e recomendações para pais / encarregados de educação / cuidadores 

 

No vídeo abaixo partilham-se os destaques deste relatório:

Download do relatório Independent Report written to inform the work of Education International and UNESCO aqui.

As 10 recomendações da UNESCO, anotadas

Internet e Web: o tempo das comunidades

Março 20, 2020

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O mundo que conhecemos, hoje, reflete a evolução da internet, que influencia todas as áreas da nossa vida. Pessoal, profissional e social. Isto é, determina a forma como trabalhamos, nos divertimos, viajamos, fazemos compras...

Criada pelo exército americano em 1960, foi no final dos anos 80 do século XX que a internet começou a ser utilizada pelas empresas e universidades. A primeira página web foi criada em 1993.

Atualmente, não nos imaginamos sem ela. Como comunicaríamos? Como viveríamos em comunidade? Como nos ligaríamos?

E a resposta a estas perguntas torna-se mais pertinente quando, mercê da pandemia,  o mundo está a aprender... a ajustar-se... a tropeçar para ir mais longe... E o teletrabalho, o ensino a distância, a comunicação virtual estão aí para ficar. O mundo nunca mais será o mesmo.

As bibliotecas têm a missão de ligar pessoas, criar e servir comunidades. Fisicamente é cada vez mais difícil. Pela desadequação da oferta? Pela concorrência quase desleal de um mundo cada vez mais virtual e sempre acessível? Provavelmente.

As bibliotecas têm vindo a definir estratégias para se adequarem a estes tempos, apostando em programas digitais e na disponibilização de conteúdos e serviços online. "Ou seja, não os vences, junta-te a eles".

As organizações internacionais, cientes desta mudança de paradigma, mais acelerada do que seria expectável no final do ano 2019, têm lançado recomendações neste sentido.

Na área da educação, destacam-se as 10 recomendações da UNESCO, anotadas aqui pelo Biblio Tubers.

Clique na apresentação para a consultar:

10 recomendações sobre ensino a distância da UNESCO

Ensinar e aprender com o Zoom

Microlearning | episódio 2

Março 19, 2020

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Na sequência da proposta do Biblio Tubers para a organização do estudo dos alunos, apresenta-se o 2.º episódio de microlearning, dedicado ao Zoom.

Esta é a ferramenta que propomos para a criação de momentos síncronos. Esta ferramenta de videoconferência permite reunir 100 pessoas durante 40 minutos, na versão gratuita. Este limite de tempo é suficiente e adequado (como limite) para o trabalho a realizar com os alunos.

Contudo, as escolas podem pedir que o limite de tempo seja retirado, desde o dia 13 de março, em Portugal, tal como anunciado no site oficial. Para isso, basta preencher o formulário disponível aqui.

Vamos agora criar uma reunião online, agendá-la e partilhá-la com os alunos, na plataforma utilizada pela escola, por email, ou até por mensagem (sms, whatsapp, messenger,...).

No 1.º vídeo, destinado aos professores, são descritos os passos para criar, agendar e partilhar uma reunião

No 2.º vídeo, destinado aos alunos, mostra-se passo a passo o que devem fazer quando recebem o convite do professor

 

O 3.º vídeo, destinado aos professores, faz uma breve panorâmica das funcionalidades do Zoom

  

Ensinar e aprender no Google Classroom

Microlearning | episódio 1

Março 18, 2020

Num mundo caracterizado pela mudança constante e acelerada, a divisão de conteúdos programáticos em pequenas unidades é fundamental para facilitar a aprendizagem. E essa fragmentação não implica a perda de qualidade.

Uma pesquisa recente da e-Learning Industry mostra que as “microlições” não devem exceder os dez minutos. Esse tempo é suficiente para manter o foco no tema principal e para reduzir o esforço cognitivo necessário para fixar o conteúdo.

Desta forma, o microlearning favorece a autoaprendizagem, numa época caracterizada pela necessidade de encontrar soluções ágeis e flexíveis que, em poucos minutos, respondam às necessidades dos profissionais.

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Este primeiro episódio surge na sequência da criação das Equipas de Apoio aos Docentes, nos Agrupamentos,  e do fecho das escolas, em plena crise do Covid 19. A Diretora do Agrupamento de Escolas do Sardoal criou esta equipa, que integra a professora bibliotecária, e uma das decisões tomadas foi a escolha da plataforma de aprendizagem. A escolha recaiu no Google Classroom, pelo que foi necessário criar um tutorial para alunos e professores.

Deste trabalho em rede surgiu a ideia de criar esta nova rubrica.

Para além da apresentação em formato web, são também disponibilizados dois vídeos que ajudam professores e alunos a usar esta plataforma de aprendizagem.

Clicar para consultar a apresentação:

Ensinar no Google Classroom

 

Ensinar no Google Classroom / professores

 

Aprender no Google Classroom / alunos

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