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Biblio Tubers

Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes.

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Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes.

Na ERA dos algoritmos, que DESAFIOS para as Bibliotecas Escolares?

Ana Ferreira

Outubro 26, 2021

No dia 26 de outubro, a Biblioteca Municipal José Saramago, em Loures, recebeu o seminário Na era dos algoritmos, que desafios para as bibliotecas escolares?, com a presença de Ana Paula Ferreira, da Rede de Bibliotecas Escolares.

 

Veja a apresentação:

Na ERA dos algoritmos, que DESAFIOS para as Bibliotecas Escolares?

 

Oiça a comunicação:

 

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Transição digital nas escolas: desafios e oportunidades

A importância do fator humano

Outubro 24, 2021

Transição digital nas escolas: desafios e oportunidades

Onde, Ana Ferreira, fala:

a) da importância de conhecer e refletir sobre a importância dos referenciais DigCompEdu e DigCompOrg, no quadro do Programa de Digitalização das Escolas.

b) das múltiplas dimensões, variáveis, intervenientes e contributos das tecnologias digitais para a implementação dos Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas.

c) da importância da utilização de metodologias de Gestão da Mudança.

d) dos fatores críticos de sucesso no desenvolvimento digital das Escolas, associados às estratégias para endereçar a dimensão humana da mudança.

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Aprender. Por quê, para quê e como?

A propósito do plano de recuperação de aprendizagem, uma proposta de ação

Outubro 10, 2021

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A aprendizagem está na ordem do dia.

Fala-se de recuperação das aprendizagens, apresentam-se planos de nível macro e pede-se às escolas que criem os seus projetos, a partir de algumas "receitas" que pouco trazem de significativo.

E traz-se para a mesa a autonomia, a qual as escolas têm alguma dificuldade em abraçar, face à necessidade de responder a imperativos legais. Pede-se-lhes que alterem formas de planificar, de integrar o digital em contexto escolar, de mudar critérios e práticas de avaliação.

E como têm os professores tempo para tudo isto, sem perder o foco no que interessa? A aprendizagem?

O desafio que se coloca atualmente às escolas não é o de, num determinado espaço temporal, recuperar aprendizagens... mas, antes, continua a ser o de ensinar a aprender, permanentemente. Isto é, levar os alunos a atribuir sentido ao que aprendem, a estabelecer relações. E para isso é preciso voltar "ao básico". Ler, compreender o que se lê, inferir, atribuir significados, integrar novos conhecimentos. Aprender.

O Biblio Tubers concebeu uma proposta simples, exequível, integrada na realidade do quotidiano das escolas que parte de três pressupostos fundamentais para quem trabalha em educação:

  • O projeto é DAS escolas.
  • O projeto desenvolve-se NAS escolas.
  • O projeto, abrangendo todas as áreas disciplinares, contribui PARA a missão da escola: o sucesso educativo dos alunos.

 

Aprender. Por quê, para quê e como

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Aprender ao longo da vida através de ambientes pessoais de aprendizagem

O que pensa de aprender ao longo da vida?

Julho 29, 2021

 

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Autores: Thiago Baesso ProcaciSean Wolfgand Matsui SiqueiraBernardo Pereira Nunes

 

Muitos de nós descrevemo-nos com termos que moldam a nossa identidade. É comum ouvir pessoas dizer “eu sou músico”, e esse comportamento confere à pessoa uma sensação de pertença a algum grupo. Outros preferem descrever-se através das suas características ou estilo de vida, tais como extrovertido, vegetariano, inteligente, e cada classificação equivale a algo peculiar de cada indivíduo.

Vivemos no mundo líquido, de incertezas, e, pela primeira vez, temos dificuldades em saber o que ensinar às futuras gerações. Tudo muda rapidamente e as informações tornam-se obsoletas a uma velocidade impressionante. O que ensinar? Sabemos quais serão as profissões necessárias nos próximos 30 anos? Não temos a resposta. Por isso, talvez seja o momento de nos descrevermos mais frequentemente como “eternos aprendizes”.

Abraçar a ideia de aprender para sempre pode soar estranho, pois quebra o conceito da aprendizagem tradicional, centrada no professor, cuja presença materializava a ideia do aprender. Seria ótimo ter sempre um bom professor ao lado fazendo a mediação entre o aluno e o conhecimento, não é? Entretanto, aprender ao longo da vida também implica a ausência de tutores em muitos momentos, caracterizando um estilo de aprendizagem mais informal.

Assim, como avalio a minha trajetória de aprendizagem ao longo da vida? Como sei se aprendi? Nesse sentido, os ambientes pessoais de aprendizagem surgem para endereçar tais questões.

Se está interessado, convidamo-lo a apreciar a leitura deste capítulo. ...

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Índice:

  1. CIBERESPAÇO E APRENDIZAGEM CONTÍNUA
  2. O HISTÓRICO DO CONCEITO DE AMBIENTES PESSOAIS DE APRENDIZAGEM
  3. DESAFIOS TECNOLÓGICOS
  4. DESAFIOS PEDAGÓGICOS
  5. PROPOSTAS DE AMBIENTES PESSOAIS DE APRENDIZAGEM
  6.  CONCLUSÃO
  • Resumo
  • Leituras Recomendadas
  • Exercícios
  • Notas
  • Referências
  • Autoria

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Que recuperação de aprendizagens?

O papel dos professores no sucesso das aprendizagens dos alunos

Julho 04, 2021

O último ano tem sido pródigo em anúncio de medidas de consolidação e recuperação de aprendizagens e capacitação de professores.

Neste momento, milhares de professores por todo o país estão a frequentar ações de formação, no âmbito do Plano de Transição Digital na Educação.

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Sabemos, contudo, com base em relatórios, estudos e saber empírico, que estas medidas pouco impacto terão no sucesso das aprendizagens dos alunos se não houver uma vontade forte de mudança:

  • das escolas, como organizações que devem liderar de forma concertada a mudança, ouvindo e envolvendo todos os atores educativos;
  • dos professores, como especialistas da sua área de ensino que devem manter-se atualizados e, de forma resiliente, esclarecida e fundamentada, devem implementar pequenas mas significativas mudanças, avaliando a cada momento o seu impacto junto dos alunos.

O lançamento do Plano 21|23 Escola+ poderá ser a oportunidade para:

  • diagnosticar de forma clara os problemas existentes em cada uma das áreas disciplinares (não basta fazer uma listagem de aprendizagens essenciais para que o diagnóstico seja eficaz);
  • ouvir os especialistas, aqueles que conhecem a realidade dos seus alunos, os professores (o que precisam ou o que é preciso para que os seus alunos aprendam mais e melhor);
  • delinear O Plano, isto é aquele que responde ao diagnóstico e que tem em conta, nas linhas de atuação, as sugestões dos professores;
  • envolver todos os atores educativos na implementação, monitorização e avaliação deste Plano.

 

O Plano 21|23 Escola+ está estruturado em três eixos - Ensinar e Aprender / Apoiar as Comunidades Educativas / Conhecer e Avaliar - e vários domínios com propostas de ações que visam apresentar caminhos em várias áreas de aprendizagem.

Algumas destas propostas podem ser o ponto de partida para ações a implementar em cada escola, mas não podem ser vistas como uma receita, isto é, têm de ser adequadas à realidade específica de cada escola e apropriadas, sentidas como suas, pelos professores.

E são estes profissionais - os professores - que fazem a diferença na escola.

Para eles deixamos uma sugestão sobre a aprendizagem ao longo da vida, da autoria de John Spencer, para que continuem, de forma autónoma, a apostar no seu desenvolvimento profissional contínuo, o que implica dominar os processos de curadoria digital.

A este propósito vale a pena ler a entrevista a António da Nóvoa,  António Nóvoa: aprendizagem precisa considerar o sentir | Reitor honorário da Universidade de Lisboa alerta que a escola não deve voltar ao que era antes, mas corre o risco de ficar ainda pior se a ênfase na tecnologia e personalização substituir o sentir e o fazer comum

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As competências digitais dos professores em ação

Cenários de aprendizagem | Francês 8.º Ano e Português 7.º Ano

Junho 03, 2021

O desenvolvimento profissional contínuo é um dos domínios das competências digitais dos professores preconizado no DigCompEdu. Contudo, não foi necessário o plano de transição digital para que os educadores procurassem atualizar-se nem para que os Centros de Formação de Associação de Escolas oferecessem propostas de formação que respondessem às necessidade da sua comunidade.

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Os exemplos que o Biblio Tubers deixa hoje chegam-nos do Centro de Formação "Os Templários", em Tomar, e decorrem da apresentação dos trabalhos da oficina de formação intitulada Novos cenários educativos com apps, jogos e dispositivos móveis nas disciplinas de línguas (oficina de 25h) que decorreu online.

Dois pressupostos balizam os cenários de aprendizagem criados e aqui apresentados:

  1. A formação decorreu totalmente online e os formadores limitaram-se a abrir portas. O trabalho de descoberta, experimentação e tentativa e erro foi sempre dos formandos, distribuídos em salas virtuais, em pequenos grupos. Da muita experiência dos formadores, em formação presencial e online, uma constatação: a formação online funciona mesmo!
  2. O trabalho colaborativo entre os formandos é fundamental para o seu desenvolvimento profissional contínuo. Conhecer outras formas de chegar ao conhecimento, de estruturar práticas pedagógicas, de utilizar recursos e ferramentas, fomenta o sentido crítico, a auto-reflexão e promove mudanças significativas.

Ao longo da formação foram criadas situações de utilização contextualizada de ferramentas digitais - voki, padlet, coggle, anchor, screencastify, kahoot, edpuzzle,... - e apresentadas metodologias de aprendizagem ativas - trabalho de projeto, resolução de problemas, gamificação - e abordados modelos de aprendizagem híbridos, nomeadamente o da sala de aula invertida.

Foi a procura por saber mais sobre cada um destes métodos e da sua adequação ao contexto profissional de cada um que surgiram estes cenários de aprendizagem que assentam em quatro princípios fundamentais:

  1. O aluno assume um papel ativo na construção do conhecimento;
  2. O professor orienta a ação do aluno, assegurando feedback instantâneo e promovendo a sua autorregulação;
  3. As ferramentas utilizadas e os recursos digitais criados surgem em contexto e servem um propósito pedagógico - apresentar a informação, estimular a reflexão, criar momentos de partilha e comunicação, promover práticas de escrita, favorecer a resolução de problemas, orientar a ação do aluno, mostrando-lhe o que já sabe e o que precisa de saber;
  4. A avaliação formativa baliza toda a ação do professor e dos alunos, permitindo regular práticas pedagógicas e orientar o processo de aprendizagem.

 

Deixam-se aqui dois exemplos do excelente trabalho que é feito pelos professores.

Cenário de aprendizagem para o 8.º ano para a disciplina de Francês, da autoria de Adélia Ribeiro, Angelina Macedo, Graça Gonçalves e Susana Santos.

 

Cenário de aprendizagem para o 7.º ano para a disciplina de Português, da autoria de Ana Ludovino, Célia Neto, Isabel Branco e Janina Gameiro.

 

Consulte aqui outras propostas criadas por professores em contexto formativo:

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Recentrar o ensino e a aprendizagem

O papel do professor

Maio 09, 2021

Os últimos meses foram pródigos na identificação de problemas e na apresentação de inúmeras soluções, para fazer face às aprendizagens que os alunos portugueses terão perdido ao longo do ano letivo.

Pede-se aos diretores que façam o levantamento das aprendizagens por realizar, aos professores que façam o pino e que ensinem em dois meses o que os alunos não aprenderam durante um ano, e criam-se relatórios, planos, estratégias nacionais. Mas raramente se tem em conta o centro do problema - a aprendizagem - e que este problema só pode ser resolvido por quem está no terreno - os professores.

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Photo by Sven Fischer on Unsplash

 

A comunidade científica, os organismos estatais e os influenciadores  da área da educação teimam em querer apresentar soluções milagrosas, agora com recurso à tecnologia digital e lá aparece uma multiplicidade de ferramentas e respetivas propostas de trabalho que nunca poderão ser bem sucedidas porque os alunos não se identificam com "esse fazer".

O mundo dos nossos alunos é o mundo do imediatismo, jamais conseguiremos que eles sigam pontinhos numa imagem que abrem textos e powerpoints extensos que não irão ler. Este é o risco da tecnologia pela tecnologia. Subjugar o conteúdo à ferramenta, que, aliás, rapidamente ficará obsoleta. Sejamos francos, os alunos aprendem, se consultarem ou lerem estas propostas? 

Os professores têm de recentrar a sua ação para que os alunos dominem quatro competências essenciais:

  • Ler: textos diversificados e em múltiplos formatos, apresentados pelo professor ou encontrados pelos alunos na sequência de uma proposta de trabalho;
  • Interpretar: isto é, fazer inferências sobre o que se leu, pelo que as propostas de atividade devem ser desafiantes (por exemplo, através da metodologia do trabalho de projeto, em que os alunos são confrontados com problemas para os quais têm que encontrar respostas);
  • Escrever: diversificando tipologias de texto para chegar à escrita mais extensiva, como por exemplo mapas mentais, tweets, nuvens de palavras, identificação de palavras chave, ...;
  • Comunicar: favorecer uma comunicação adequada ao tempo em que vivemos e em que o som, a imagem e a palavra não vivem isolados. É nesta fase que os alunos poderão criar as tais propostas que vemos circular na Web criadas pelos professores, quando esse é o papel dos alunos.

Para que estas competências contribuam para o sucesso educativo dos alunos é importante que os professores:

- Promovam práticas de metacognição, que levem os alunos a refletir sobre o seu percurso de aprendizagem - as dificuldades encontradas, a forma de as superar e as aprendizagens realizadas.

- Favoreçam a aprendizagem social, pois, ao promoverem o trabalho colaborativo entre os alunos, tal como defende Vygotsky (Zona de Desenvolvimento Proximal),  este tipo de trabalho permite-lhes compreender, reconhecer erros, encontrar respostas, aceitar pontos de vista, discutir ideias, comunicar.

- Apontem caminhos para que os alunos possam transferir o conhecimento adquirido para novos contextos, condição essencial para que se criem verdadeiras aprendizagens. Só assim, de acordo com a teoria da aprendizagem, os alunos alcançam maturidade intelectual.

 

Uma nota final. A emergência das metodologias ativas tem como foco o trabalho do aluno, isto é, que seja ele a construir a sua própria aprendizagem. O professor não implementa uma metodologia ativa quando cria um recurso que apenas passa pela leitura ou consulta do aluno, por muito digital que seja este recurso. O foco continua a estar no professor e não no aluno.

Recentremo-nos naquilo que interessa. A aprendizagem.

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Afinal o que se vai passar nas escolas com a transição digital?

Uma cronologia anotada

Março 28, 2021

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Não haverá ninguém que não tenha ouvido falar no plano de transição digital das escolas. E com ele vieram novas siglas e vários neologismos. Vejamos:

  • PTD - Plano de ação para a Transição Digital (desígnio nacional para responder a compromissos europeus, com o objetivo de desenvolver as competências digitais dos docentes para que possam utilizar as tecnologias digitais em contexto profissional);
  • CD - Competência Digital (genericamente definida como a utilização segura, crítica e criativa das tecnologias digitais para alcançar objetivos relacionados com trabalho, empregabilidade, aprendizagem, lazer, inclusão e/ou participação na sociedade);
  • Check-In - a famosa ferramenta de avaliação da competência digital dos docentes (permite a cada docente autoavaliar-se e aos Centros de Formação integrar os professores em oficinas de formação organizadas em 3 níveis de proficiência);
  • PADDE - Plano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (apenas os escolhidos pelas direções dos Agrupamentos conhecem bem este documento, mas, a partir de setembro será um documento estruturante da ação das escolas);
  • SELFIE - Self-reflection on Effective Learning by Fostering the use of Innovative Educational technologies (ferramenta que permite às escolas autorefletirem sobre a utilização que fazem da tecnologia educativa no processo de ensino, aprendizagem e avaliação);
  • DigCompEdu - Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores (define as competências digitais que os educadores devem desenvolver, para todos os níveis de educação);
  • DigCompOrg - Quadro Europeu para as Organizações Educativas Digitalmente Competentes (referencial europeu que define as competências digitais que as escolas devem procurar alcançar, ao nível do ensino e da aprendizagem).

 

Como se articulam estes documentos orientadores e o que se espera que os professores façam?

Vejamos em forma de cronologia (pode haver ligeiras discrepâncias de datas ao nível de formação):

- Fevereiro/março 2021 - os professores responderam ao Check-In e, tendo em conta o quadro de referência DigCompEdu, ficaram situados num determinado nível de proficiência de acordo com a sua competência digital. 

- Março 2021 - formação das equipas designadas por cada agrupamento/escola que serão responsáveis pela elaboração  do PADDE.

- Março a junho 2021 - as equipas responsáveis pelo PADDE de cada escola irão parametrizar a ferramenta SELFIE para fazer o diagnóstico da competência digital da escola e, com base nos resultados obtidos, criar o plano de ação. 

- Abril/maio 2021 - Início da formação a nível nacional para todos os docentes, organizada em 3 níveis de proficiência, de acordo com DigCompEdu (vd. página 29):

  • Nível 1 - Recém chegado ou explorador
  • Nível 2 - Integrador ou especialista
  • Nível 3 - Líder ou pioneiro

- Setembro 2021 - Início da implementação do PADDE que deverá ser aplicado até ao final do ano letivo de 2022-2023. Está organizado em 7 dimensões, tal como preconizado no referencial DigCompOrg:

  1.  Liderança
  2. Desenvolvimento profissional contínuo
  3. Recursos digitais
  4. Ensino e aprendizagem
  5. Práticas de avaliação
  6. Promoção da competência digital dos alunos
  7. Infraestrutura e equipamento

As escolas deverão implementar as ações delineadas, com vista à consecução dos objetivos e metas definidos.

 

Uma nota final para a necessidade de envolver toda a comunidade escolar neste processo, que se quer simples e assente em metas exequíveis e adequadas ao projeto educativo de cada escola.

 

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A tecnologia ao serviço do E@D

para fugir do tecnocentrismo

Fevereiro 09, 2021

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Princípios para o uso acertado da tecnologia:

  • Não se deixe dominar pela tecnologia.
  • Seja criterioso nas escolhas.
  • Quando encontrar "aquela ferramenta" que cumpre os objetivos, adopte-a.
  • Se a ferramenta lhe faz perder muito tempo, abandone-a.
  • As ferramentas servem para nos poupar tempo e melhorar resultados.
  • Quanto menos se der por elas melhores são. 

 

No seguimento do último post (Para otimizar o ensino a distância | Conselhos práticos e recursos de apoio E@D) deixamos aqui as sugestões do Biblio Tubers, em termos de ferramentas a usar, para cada uma das fases do Ensino a Distância:

 

Prepare-se

 

Screencastify 

  • Para gravar o ecrã com imagem e som para facilmente lançar desafios, propostas de trabalho, planos semanais, esclarecer dúvidas, fazer tutoriais.
  • Para apresentar os objetivos de aprendizagem aos alunos, isto é o que vão aprender e como vão ser avaliados.

Edpuzzle 

  • Para criar vídeos didáticos e interativos, com exercícios, pistas, comentários.
  • Para introduzir um tema e levar os alunos a refletir sobre o que vão aprender.

Flipboard 

  • Para criar revistas personalizadas e facilmente atualizáveis com conteúdos da web.
  • Para alargar os conhecimentos dos seus alunos, recorrendo aos media e a diversos formatos
  • Para os motivar para o tema em estudo com recursos mais informais.

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  • Para aceder a recursos úteis e variados para a aprendizagem.

 

Ponha em prática

 

Edmodo ou Google Classroom 

  • Para disponibilizar os recursos e as propostas de trabalho aos alunos.
  • Para facilitar a comunicação entre os professores e alunos.
  • Para permitir interação com os Encarregados de Educação.

Zoom 

  • Para videoconferência.
  • Para criar salas para trabalho de grupo.
  • Para interagir com os seus alunos em tempo real.

 

 

Avalie

 

Kahoot ou Socrative

  • Para criar  propostas de trabalho interativas.
  • Para elaborar questionários (preparação de testes, quizzes, etc.).
  • Para avaliar o desempenho dos alunos e obter o feedback em tempo real das aprendizagens.

 

Estes princípios facilitam o trabalho dos professores e dos alunos. A tecnologia é usada de forma (mais) transparente,  o que faz com que alunos e professores se possam focar naquilo que realmente interessa, a aprendizagem.

 

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