Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Biblio Tubers

Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes.

Biblio Tubers

Pensamos a escola como sistema aberto, capaz de refletir a sociedade e de responder aos desafios contemporâneos. Acreditamos no poder da partilha e das redes.

Criar projetos de leitura

LER COM, NOS E OS MEDIA | PROJETO DE LEITURA

Janeiro 20, 2020

A centralidade da leitura é aceite e reconhecida, unanimemente, em meio escolar, empresarial e na sociedade. Inúmeros são os estudos que comprovam a importância de saber ler. Contudo, ler não é apenas o ato de juntar fonemas. Ler implica interagir com o texto, com o outro, com o mundo. As experiência de leituras são tão mais ricas, quanto as vivências do leitor.

Esta constatação atribui à escola a responsabilidade de criar oportunidades de leitura que permitam que todos os alunos a possam experienciar como momento de descoberta, aprendizagem, reflexão, questionamento e, claro, fruição.

Para que esta relação com a leitura seja criada, os alunos devem ter acesso a projetos de leitura simples, mas adequados ao meio em que estão inseridos. E a sociedade atual pauta-se pela relação que se estabelece entre o som, a imagem e o texto. É assim que os nossos alunos leem. Por isso, sem dramatismo, a escola deve encarar os media como uma oportunidade para criar leitores críticos e assertivos, capazes de se afirmarem no mundo, enquanto produtores de conteúdos. É, assim, com projetos exequíveis, que crescem com pequenos passos, se formam cidadãos.

O Biblio Tubers, para dar corpo a esta forma de ver e pensar a leitura na escola, apresenta um exemplo de um projeto que deverá ser apropriado e alterado, no sentido de responder à especificidade de cada contexto.

 

Imagem1.png

LER COM, NOS E OS MEDIA | Projeto de leitura

  1. Diagnóstico

Este projeto destina-se aos alunos do 3.º Ciclo e Secundário e pode ser implementado em qualquer área curricular ou projeto, contudo, a proposta aqui deixada parte do pressuposto que é para ser implementado em sede de conselho de turma.

Dada a centralidade que os media assumem atualmente, no dia-a-dia dos nossos alunos, reveste-se de especial importância a criação de atividades que não só promovam a utilização adequada dos media, mas também que esse seja o ponto de partida para a criação de novos leitores, cada vez mais autónomos e críticos.

 

  1. Descrição do projeto

O presente projeto pretende envolver os alunos em atividades de leitura, a partir dos media. O Conselho de Turma deve selecionar as disciplinas a envolver no projeto, podendo ser diversificadas e variadas, dada a abrangência dos textos dos media.

Sempre que possível, deve promover-se a leitura destes textos em formato digital, por exemplo, através dos tablets da biblioteca.

Os textos a escolher terão em conta a atualidade, a adequação aos objetivos das disciplinas envolvidas e à importância que pode assumir para a leitura de textos complementares, sempre que possível selecionados pelo próprios alunos.

Pretende-se, com este projeto, o desenvolvimento de atividades que estimulem e reforcem os hábitos  de leitura e favoreçam o conhecimento do mundo atual por parte dos alunos.

 

A  título de exemplo, poderá ser feita uma abordagem pedagógica deste tipo:

1. Aprender nos Media | Uma proposta de investigação/ação e escrita

1.png

2. Aprender nos Media | Ativismo

2.png

3. Aprender nos Media | O discurso publicitário

3.png

 

  1. Público-alvo

Alunos do 3º ciclo e ensino secundário.

 

  1. Coordenador do projeto

Diretores de Turma em colaboração com o professor bibliotecário.

 

  1. Responsáveis

Variam consoante o projeto de cada turma podendo envolver todos os professores do conselho de turma.

 

  1. Objetivos específicos

- Promover o desenvolvimento da literacia dos media, da informação e da leitura.

- Desenvolver pelo menos um DAC (Domínio de Autonomia Curricular), envolvendo duas ou mais áreas curriculares, numa perspetiva curricular integrada, vertical e horizontal, com vista a estimular a transversalidade da leitura.

- Incentivar a leitura e a escrita em distintos contextos, formatos e suportes, assegurando processos de divulgação e finalidades sociais para as suas produções.

 

  1. Ações a concretizar, materiais a produzir, recursos e calendarização

Ações a concretizar

Materiais a produzir

Recursos

Calendarização

-  Definir, por conselho de turma, as disciplinas a envolver

-  Plano de turma

 

-  Currículo e programas das disciplinas

-  Ao longo do ano letivo, de acordo com o definido no Plano de turma.

-  Selecionar os conteúdos a trabalhar ao longo do ano letivo, em cada área disciplinar envolvida e criar a respetiva matriz de avaliação

-  Plano de turma

 

-   Currículo e programas das disciplinas

-  Critérios de avaliação das disciplinas envolvidas

-  Planificar, pelo menos, uma atividade promotora das literacias numa perspetiva transdisciplinar

-  Planificação das ações a desenvolver em articulação com as diferentes disciplinas

 

 

-  Implementar o projeto nas turmas

 

-  Propostas de exploração dos textos dos media selecionados pelos professores das disciplinas envolvidas

-  Tablets, computadores da BE e telemóveis dos alunos.

 

-  Promover atividades de escrita a partir dos textos explorados

-  Textos elaborados pelos alunos

-  Tablets, computadores da BE e telemóveis dos alunos.

 

-  Fomentar o contacto com outros textos de conteúdo relacionado para que os alunos alarguem os seus conhecimentos e, de forma progressiva, leiam textos cada vez mais longos e diversificados

-  Recursos digitais e impressos, selecionados de acordo com a temática selecionada

-  Tablets, computadores da BE e telemóveis dos alunos.

 

 

  1. Metodologia

Na fase inicial do projeto, pretende-se um trabalho colaborativo que envolva os professores dos conselhos de turma. Esta articulação pode surgir, por exemplo, a partir dos DAC (Domínio de Articulação Curricular), com o contributo do Professor Bibliotecário.

Cada professor deve definir os conteúdos a trabalhar, podendo selecionar artigos, páginas web, textos, vídeos, por exemplo, que levem os alunos a trabalhar os conteúdos selecionados. Sempre que possível, para promover a articulação transdisciplinar, os docentes envolvidos devem selecionar conteúdos que se possam articular, numa perspetiva integradora do saber. É fundamental, ainda, que seja criada a respetiva matriz de avaliação, que deve ser do conhecimento dos alunos, para que possam autoavaliar o seu desempenho, ao longo de todo o projeto. Esta matriz de avaliação, criada pelos professores envolvidos é, ainda, o ponto de partida e chegada para o trabalho a desenvolver.

As metodologias a privilegiar devem estimular o papel ativo dos alunos, sugerindo-se a metodologia do trabalho de projeto. Dada a centralidade da leitura, recomenda-se a dinamização de oficinas de leitura e de escrita e até a criação de fóruns de leitura, atividades que deverão ser feitas em colaboração com a biblioteca escolar.

 

  1. Avaliação do projeto

 Dado que este é um projeto a ser implementado em cada conselho de turma, a avaliação será feita pelos docentes, quer do projeto, quer dos alunos, tendo em conta a matriz de avaliação criada.

O Professor Bibliotecário deverá fazer uma avaliação global, em colaboração com os diretores de turma, no sentido de identificar fragilidades que poderão ser colmatadas.

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Avaliar | Literacia na era digital | parte III

Consumir, selecionar e criar conteúdos

Janeiro 19, 2020

lab.jpg

O Biblio Tubers apresenta agora a terceira parte da proposta de avaliação da literacia digital, (NCTE).

 

À medida que os alunos vão desenvolvendo as diferentes literacias, devem ser confrontados com situações que os levem a passar de consumidores a produtores de conteúdo.

Isto é, para que se possam transformar em produtores de conteúdo devem também aprender a fazer curadoria, isto é, a selecionar informação relevante, organizando-a e partilhando-a de forma adequada.

Estes estádios não tem de seguir uma determinada ordem nem são mutuamente exclusivos.

 

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Avaliar | Literacia na era digital | parte II

Explorar e envolver-se de forma crítica, utilizando diferentes tipos de textos e ferramentas

Dezembro 22, 2019

10-online-research-tools-every-online-learner-know

O Biblio Tubers apresenta agora a segunda parte da proposta de avaliação da literacia digital, (NCTE).

Os alunos têm acesso a uma ampla variedade de textos e ferramentas. Envolvem-se com muitos textos multimodais nas suas vidas diárias por vários motivos. Esses textos não fornecem apenas aos alunos novas informações, mas também permitem ver o nosso mundo de novas maneiras.

Levar os alunos a contactarem e envolverem-se com textos de diferentes formatos, género e media, proporciona-lhes novas perspetivas e conhecimentos. Conhecer e compreender a diversidade de textos e de ferramentas disponíveis é fundamental para que os alunos sejam capazes de os usar intencionalmente.

Ser alfabetizado digitalmente significa fazer escolhas e usar textos e ferramentas que sirvam o seu propósito. Significa, ainda, pensar os textos e as ferramentas de novas formas.

Este segundo questionário permitirá aos interessados (professores, educadores, alunos, pais...) avaliar ou autoavaliar-se no que diz respeito à competência: Explorar e envolver-se de forma crítica, utilizando diferentes tipos de textos e ferramentas.

À semelhança do que se fez em relação ao primeiro questionário, os profissionais da educação poderão adequar este formulários de avaliação. Para isso basta solicitar-nos o link do formulário para o email: workprogress6@gmail.com

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Avaliar | Literacia na era digital | parte I

Evolução do conceito e propostas para articulação com o currículo e sua avaliação

Dezembro 21, 2019

literacia.jpg

As alterações constantes no nosso mundo, em grande parte fruto da evolução da tecnologia, têm implicações em todos os setores da atividade e um impacto muito forte na forma como aprendemos, trabalhamos e nos relacionamos - connosco, com os outros e com a sociedade.

Nesse sentido, o currículo está em constante evolução e, com ele, os conceitos que lhe dão corpo, especialmente o de Literacia.

Este conceito está intrinsecamente ligado à educação e faz parte do currículo universal. A sua atualização e consequente avaliação torna-se, por isso, imprescindível.

O Biblio Tubers, atento a estas questões, traz-lhe em primeiríssima mão a declaração de posição do National Council of Teachers of English (NCTE).

Para facilitar o trabalho aos profissionais da educação vamos, ao ritmo de vários posts, adequar a proposta desta instituição, criando formulários de avaliação, que poderão ser usados livremente por todos. Para isso basta solicitar-nos o link do formulário para o email: workprogress6@gmail.com

Começamos com a competência "Participar de forma eficaz e crítica num mundo em rede".

As fontes de informação utilizadas atualmente são quase totalmente digitais, pelo que é necessário que os alunos saibam participar num mundo em rede. Criar redes de partilha entre pessoas, ideias e informações é essencial para que os nossos alunos sejam consumidores críticos, capazes de saber ser e estar num mundo cada vez mais global.

O primeiro questionário permitirá aos interessados (professores, educadores, alunos, pais...) avaliar ou autoavaliar-se no que diz respeito a esta primeira competência: Participar de forma eficaz e crítica num mundo em rede.

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Ensinar e aprender no século XXI

O papel dos Media no ensino e na aprendizagem

Novembro 24, 2019

A importância dos Media na sociedade e a pertinência do projeto MILD, da Rede de Bibliotecas Escolares.

Em foco, as atividades de escrita(s) e leitura(s) na Web. A importância de uma(s) e outra(s) para prevenir a desinformação são questões centrais. Podem os Media contribuir para melhores aprendizagens? Como se aprende e ensina na Web?

Nesta apresentação são dados exemplos e apontadas pistas, em torno da Escola, dos Media e da (des)informação.

A Escola deve dotar os alunos das competências que lhes permitam aprender ao longo da vida, estarão os professores preparados para tal?

A importância da curadoria digital.

 

Ensinar e aprender no século XXI

Comunicação apresentada na 12ª edição do Encontro Anual da Rede de Bibliotecas Escolares de Leiria, que decorreu nos dias 22 e 23 de novembro, no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria.

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

O impacto das redes na disseminação da informação

O caso da Rede de Bibliotecas Escolares

Novembro 22, 2019

Nesta apresentação é descrito um estudo que analisa o impacto das redes na disseminação da informação e cujos dados foram recolhidos num dos mais paradigmáticos casos de popularidade nas redes sociais, o da Rede de Bibliotecas Escolares.

O enquadramento conceptual é feito a partir do processo de curadoria digital, exemplificado para cada um dos canais da RBE e assente na sua identidade digital, cujo conceito também é explicitado no artigo.

Os números recolhidos são representativos da popularidade desta rede e, sobretudo, do potencial de disseminação de informação e de conteúdos que não pode ser ignorado, sobretudo no mundo da educação.

Este artigo foi publicado e apresentado no 21st International Symposium on Computers in Education (SIIE) que foi realizado em Tomar, Portugal, numa organização conjunta do Instituto Politécnico de Tomar e do Instituto Politécnico de Castelo Branco, de 21 a 23 de novembro de 2019.

O impacto das redes na disseminação da informação

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Transmedia storytelling em contexto educativo

Estudo de mestrado

Novembro 17, 2019

A expansão das redes sociais e a emergência dos dispositivos móveis, "alavancados" na tecnologia, têm sido o foco das interações sociais de grande parte da população.

A escola não pode alhear-se desta realidade e a utilização da tecnologia para motivar os alunos, levando-os a tornar-se produtores da sua própria aprendizagem, torna-os mais confiantes e críticos. Uma das ferramentas que pode contribuir para este processo é o recurso ao Transmedia Storytelling.

Desta forma, face à mobilidade associada à tecnologia digital, a aprendizagem não acaba com o toque do final da aula. Ao existir uma maior liberdade, através da utilização de diversas plataformas, os estudantes podem aceder, quando e onde quiserem, a conteúdos ou propostas de trabalho.

Este novo paradigma, que inclui a tecnologia em contexto de sala de aula, poderá contribuir para melhorar as práticas pedagógicas.

Nesta apresentação, são discutidos os resultados de um estudo realizado num percurso transmediado a partir da obra "Alice no País das Maravilhas".

Pode consultar o site de apoio a este estudo.

Oiça aqui o podcast da apresentação do projeto:

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

A metodologia do trabalho de projeto ao serviço das aprendizagens

Gerir projetos no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular

Novembro 17, 2019

A METODOLOGIA DO TRABALHO DE PROJETO AO SERVIÇO DAS APRENDIZAGENS

Esta apresentação permite:

1º Sensibilizar os professores para a importância do trabalho de  projeto, enquanto metodologia que promove:

  • O desenvolvimento de competências consignadas no Perfil do Alunos - comunicar, trabalhar em equipa, decidir, avaliar;
  • O envolvimento do aluno na conceção, realização e avaliação de projetos, que articulam saberes de diversas áreas disciplinares e que promovem a transferibilidade das aprendizagens.

2º Apoiar os docentes na criação de dispositivos de intervenção, adequados à prática educativa, no âmbito da metodologia do trabalho de  projeto.

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Currículo: Que desafios?

Novembro 12, 2019

CuRRícuLO: Que desafios?

Os projetos de autonomia vivenciados pelas escolas criaram a necessidade de recentrar a discussão em torno do currículo e do papel que os professores assumem enquanto gestores.

Nesta apresentação, promove-se a reflexão em torno do conceito de currículo, sempre marcado pelo percurso diacrónico, social, cultural e político.

A biblioteca escolar surge enquanto centro de aprendizagem, disseminador de práticas inovadoras, possíveis com as novas alterações organizacionais e curriculares.

 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Literacia mediática: Uma competência essencial na sociedade atual

O papel das bibliotecas escolares

Outubro 03, 2019

A literacia mediática, a rede de aprendizagem e a curadoria de conteúdos estão intimamente ligadas. São competências essenciais do professor e de qualquer profissional do século XXI que se quer manter atualizado, num mundo em mudança acelerada.

Se um professor não tem a capacidade de se autoformar, de aprender, quem a terá?

Hoje mais importante do que aquilo que se sabe quando se tira uma licenciatura ou qualquer outro título académico é a capacidade de continuar a aprender. Esta é uma exigência da sociedade atual.

É, por isso, fundamental que os professores sejam capazes de se autoformar ao longo da vida, só assim podem formar alunos com essa mesma capacidade.

A Escola deve ensinar com os Media e para os Media, com a Web. Ou não aprendessemos nós 70%  do que sabemos em redes informais. A missão da Escola mantém-se e reforça-se: transformar a informação em conhecimento. É uma oportunidade para aproximar os alunos da escola, e esta da sociedade, favorecendo aquele que deve ser o novo papel do professor.

O professor já só está sozinho na sala de aula se quiser.

É o tempo da biblioteca escolar sair de portas, alargar o seu âmbito e entrar na sala de aula, assumindo-se como o centro difusor do saber na Escola e na comunidade educativa. Desta forma promoverá uma cultura do saber na Escola. Como fazê-lo?

Estas foram algumas das ideias apresentadas e desenvolvidas nesta comunicação.

Literacia mediática: uma competência básica na sociedade atual

Apresentação feita no dia 24 de novembrode 2018, no 11º Encontro de Bibliotecas de Famalicão.

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Twitter

Facebook